Desde 30 de julho, foram registados 23 casos de agressão sexual em Ceuta, revela ao jornal El País a procurada-chefe de Ceuta, Silvia Rojas. É quase um caso por dia. As entidades espanholas estão a investigar oito suspeitos relacionados com os casos, quatro marroquinos, três espanhóis e um belga
Expresso – 01/09/2026
Desde a entrada massiva de 70 a 80 mil migrantes no território autónomo espanhol de Ceuta, ocorrida nos dias 30 e 31 de julho, houve 23 casos registados de agressões sexuais contra mulheres e raparigas, a maioria migrantes.
O número, revelado pela procuradora-chefe da Fiscalía (órgão equivalente ao Ministério Público) de Ceuta, Silvia Rojas, equivale a quase um caso por dia e está a expor a vulnerabilidade de mulheres e menores migrantes que permanecem na cidade autónoma espanhola.
Segundo revela o jornal El País, Silvia Rojas afirmou que “as raparigas migrantes se encontram numa situação de especial fragilidade devido ao seu estatuto irregular”. Entre os casos registados pelas autoridades, estão nove vítimas menores de idade.
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