O caso teve origem em pais de alunos de escolas públicas de um condado de Maryland, perto de Washington D.C., que contestaram a introdução, em 2022, de livros infantis no currículo de pré-escolas e escolas primárias, com o objetivo de combater preconceitos sobre a homossexualidade ou a identidade de género.
Sic Notícias e Lusa – 27/06/2025
O Supremo Tribunal dos EUA deu esta sexta-feira razão a pais que exigem retirar os filhos das aulas quando são utilizados livros sobre temas LGBTQIA+ e confirmou uma lei do Texas que restringe acesso a ‘sites’ pornográficos.
Por seis votos (dos juízes conservadores) contra três (dos progressistas), o Supremo Tribunal dos Estados Unidos decidiu que privar os pais da opção de não expor os seus filhos a temas LGBTQIA+ é “uma violação inconstitucional” da sua liberdade de culto religioso e “interfere substancialmente no desenvolvimento religioso das crianças”.
O caso teve origem em pais de alunos de escolas públicas de um condado de Maryland, perto de Washington D.C., que contestaram a introdução, em 2022, de livros infantis no currículo de pré-escolas e escolas primárias, com o objetivo de combater preconceitos sobre a homossexualidade ou a identidade de género.
“Para muitas pessoas de fé, poucos atos religiosos são mais importantes do que a educação religiosa dos seus filhos”, escreveu o juiz conservador Samuel Alito, em nome da maioria, para justificar a decisão do Supremo Tribunal.
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