RTBrasil | 31 de março, 2026
O Knesset (a Knesset é a assembleia legislativa de Israel, esta constitui o poder legislativo do Estado de Israel) aprovou na segunda-feira uma lei controversa que permite aplicar a pena de morte a palestinianos acusados por terrorismo.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Palestina condenou imediatamente a medida como “uma perigosa mudança rumo à legalização do genocídio” e à adoção de execuções extrajudiciais.
Porque é que importa
- Ramala afirma que Israel não tem soberania sobre a terra palestiniana e que as novas regras se aplicarão nos territórios controlados por Telavive, incluindo a Cisjordânia e mais de metade da Faixa de Gaza.
- A chancelaria palestiniana descreve a lei como a revelação da “natureza do sistema colonial israelita”, que pretende legitimar o assassinato extrajudicial sob cobertura legislativa.
- Acusa o parlamento e o sistema judicial israelitas de institucionalizarem execuções sumárias com critérios racistas e de cometerem crimes de guerra e crimes contra a humanidade, além dos já denunciados em Gaza.
O que é que pedem
A Autoridade Palestiniana exige que a comunidade internacional corte relações com o Knesset, imponha sanções aos seus membros e suspenda a participação do parlamento israelita em organizações internacionais.
Apela ainda a mecanismos de responsabilização e proteção dos detidos.
https://rtbrasil.com/noticias/33119-palestina-condena-lei-sistema-colonial-israelense




