Acha que está a fazer um favor à sua saúde ao evitar o sol? Os dados revelam uma realidade muito diferente, e tudo começa com 29.518 mulheres que fizeram exatamente isso.
The Vigilant Fox – 5 de julho, 2026
A informação que se segue baseia-se num relatório publicado originalmente por «A Midwestern Doctor». Os detalhes essenciais foram simplificados e adaptados para maior clareza e impacto. Leia o relatório original aqui.
As grandes empresas farmacêuticas estão «aterrorizadas» com a vitamina D, e o Dr. Pierre Kory afirma que poderia passar uma hora inteira a falar sobre este tema.
Porquê tanto medo?
Porque «ameaça o MODELO DA DOENÇA».
Uma meta-análise realizada em Itália descobriu o que acontece quando as pessoas tomam vitamina D, e os resultados são impressionantes:
Analisando dados de 19 estudos diferentes e 1,26 milhões de indivíduos, a meta-análise revelou:
- A vitamina D revelou uma eficácia de cerca de 60% contra a incidência da COVID-19 em ensaios clínicos aleatórios controlados.
- A vitamina D revelou uma eficácia de cerca de 40-50% na redução da incidência da COVID-19 em estudos observacionais.
- Na prevenção de casos graves de COVID-19 que requerem cuidados na UCI, a suplementação com vitamina D revelou-se cerca de 70% eficaz.
Não precisávamos de nos trancar em casa durante anos, viver com medo e criticar os nossos vizinhos por não usarem máscara.
Essa foi, literalmente, a pior coisa que podíamos ter feito.
Tudo o que precisávamos era sair à rua, apanhar sol e aumentar os nossos níveis de vitamina D, e tudo teria sido muito melhor.
Mas a história do sol vai muito além da COVID. Acha que está a fazer um favor à sua saúde ao evitar o sol?
Os dados contam uma história muito diferente, e tudo começa com 29.518 mulheres que fizeram exatamente isso.
Durante décadas, foi dito aos americanos para tratarem o sol como se fosse veneno.
Evitem-no. Protejam-se dele. Temam-no. Usem protetor solar todos os dias, em qualquer lugar, mesmo quando está nublado.
Mas a luz solar não é apenas uma preferência de estilo de vida.
É uma necessidade biológica.
E a campanha contra ela pode ser uma das campanhas de medo mais bem-sucedidas e lucrativas da medicina moderna.
Pin itPartilharA mensagem deles é simples:
A luz solar provoca cancro da pele.
O cancro da pele pode matar.
Por isso, evitem o sol.
Isso parece razoável até se fazer uma pergunta: de que tipo de cancro da pele estamos a falar?
Porque «cancro da pele» não é apenas uma coisa.
E com essa simples pergunta, a narrativa começa a desmoronar-se.
Pin itPartilharEsta informação provém do trabalho do investigador médico «A Midwestern Doctor». Para conhecer todas as fontes e pormenores, leia o relatório completo abaixo.
A cruzada da dermatologia contra o sol
Pin itPartilharO termo «cancro da pele» é utilizado como se descrevesse uma única doença com um único perfil de risco.
Mas não é assim.
O carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma são doenças muito diferentes.
Frequência diferente.
Perigo diferente.
Relação diferente com a luz solar.
Mas o público ouve uma expressão aterradora: cancro da pele.
Pin itPartilharO carcinoma basocelular é o cancro da pele mais comum.
Representa cerca de 80 % dos casos, com cerca de 2,64 milhões de americanos diagnosticados todos os anos.
No entanto, raramente dá origem a metástases e tem uma taxa de mortalidade próxima de 0 %.
Isso não significa que deva ser ignorado.
Significa que não deve ser usado para fazer com que a luz solar pareça uma sentença de morte.
Pin itPartilharO carcinoma de células escamosas é mais grave.
Pode dar origem a metástases e, quando isso acontece, a taxa de sobrevivência diminui drasticamente.
No entanto, quando removido antes das metástases, a taxa de sobrevivência ronda os 99%. A sobrevivência global situa-se, aproximadamente, nos 95%.
Cerca de 2 000 americanos morrem de carcinoma de células escamosas todos os anos.
Portanto, sim, é importante.
Mas isso ainda assim não justifica tratar o próprio sol como inimigo.
Pin itPartilharO truque é simples:
Aproveita a frequência do carcinoma basocelular.
Aproveita o medo do melanoma.
Aproveita a ligação entre a luz solar e alguns cancros não melanómicos.
Depois, junta tudo numa única expressão: «Cancro da pele».
Essa expressão tem um grande impacto.
Pin itPartilharO melanoma é o mais assustador.
Representa apenas cerca de 1% dos diagnósticos de cancro da pele, mas é responsável pela maioria das mortes por cancro da pele.
É por isso que as pintas suspeitas e as lesões que apresentam alterações devem ser levadas a sério.
Mas eis o problema:
O melanoma não se enquadra perfeitamente na ideia de que «a luz solar causa cancro da pele».
Pin itPartilharAcontece que os doentes com elastose solar — um indicador de exposição solar — apresentavam, segundo os relatos, 60 % menos probabilidades de morrer de melanoma.
O melanoma surge frequentemente em áreas do corpo com exposição solar mínima.
Os trabalhadores ao ar livre, apesar de estarem muito mais expostos aos raios UV, apresentam taxas de melanoma mais baixas do que os trabalhadores em ambientes fechados.
Isso deveria, pelo menos, fazer com que as pessoas pensassem duas vezes antes de se encherem de protetor solar.
Pin itPartilharDepois, há a própria luz solar.
Um estudo prospetivo de 20 anos, realizado com 29.518 mulheres suecas, revelou que as mulheres que evitavam a luz solar tinham 60 % mais probabilidades de morrer, em geral.
Em comparação com as mulheres com maior exposição solar, tinham 130 % mais probabilidades de morrer.
Não se trata de um sinal insignificante.
Trata-se de uma grande contradição em matéria de saúde pública.
Pin itPartilharUma das conclusões mais surpreendentes é que os fumadores que se expunham mais à luz solar apresentavam um risco de mortalidade semelhante ao dos não fumadores que evitavam o sol.
Isso não significa que fumar seja seguro.
Significa que a exposição à luz solar estava tão fortemente associada à sobrevivência que evitá-la pode ter acarretado um risco comparável a um dos riscos para a saúde mais notórios do mundo.
Pin itPartilharO maior benefício pareceu ser cardiovascular.
As doenças cardíacas matam muito mais pessoas do que o cancro da pele — por isso, isto é importante.
A relação custo-benefício deveria ser óbvia.
Se evitar a luz solar reduzir ligeiramente algum risco de cancro da pele, mas aumentar a mortalidade geral, o risco cardiovascular, a depressão, a perturbação do ritmo circadiano e a deficiência de vitamina D, isso não é prevenção.
Isso é um erro de cálculo.
Pin itPartilharA luz solar não se resume apenas à «vitamina D».
A luz natural afeta o óxido nítrico, a circulação, o humor, a sinalização mitocondrial, os ciclos de sono, as hormonas, a função imunitária e a perturbação afetiva sazonal.
É por isso que as pessoas se sentem instintivamente melhor ao sol.
O corpo não está confuso.
Mas as mensagens médicas podem estar.
Pin itPartilharDurante décadas, o público foi levado a acreditar que o sol era o perigo.
Mas e se o verdadeiro perigo fosse o conselho de o evitar?
Um artigo da revista «A Midwestern Doctor» apresenta uma tese inquietante: uma das ferramentas de saúde mais baratas do mundo foi transformada num vilão — porque os vilões criam mercados.
Um estudo britânico de 2023, realizado com mais de 470.000 pessoas, revelou que a utilização frequente de protetor solar estava associada a um aumento do risco de 1,9 a 3,9 vezes em quatro tipos de cancro da pele analisados.
Associação não significa causalidade. Mas é precisamente essa a questão.
Os autores desse estudo terão, alegadamente, considerado o resultado como um «paradoxo».
Em vez de questionarem se o modelo estava errado, sugeriram que os utilizadores de protetor solar poderiam estar a expor-se mais ao sol, a aplicá-lo de forma inadequada ou a utilizá-lo após um diagnóstico relevante.
Mesmo assim, concluíram que os dados demonstravam a importância do uso adequado do protetor solar.
É assim que uma narrativa se protege a si própria.
Pin itPartilharHá também o problema crescente da luz artificial.
Um estudo com ratos, concebido para analisar o melanoma maligno, revelou que os ratos mantidos sob luz diurna simulada desenvolveram tumores mais lentamente e de forma menos extensa do que os ratos mantidos sob luz fluorescente branca fria.
Talvez a luz solar não seja a única variável.
Talvez a perda de luz natural também seja importante.
Pin itPartilharNo início da década de 1980, a dermatologia não era a especialidade de prestígio que é hoje.
Os dermatologistas eram frequentemente menosprezados, sendo considerados nada mais do que «aqueles que espremem borbulhas».
Hoje em dia, a dermatologia é uma das especialidades mais procuradas da medicina: salários elevados, menos stress e um volume enorme de procedimentos.
É evidente que algo mudou. O que terá sido?
Pin itPartilharSegundo o dermatologista David J. Elpern, a Academia Americana de Dermatologia cobrou aos seus membros mais de 2 milhões de dólares no início da década de 1980 para contratar uma agência de publicidade de renome de Nova Iorque.
A estratégia consistia em reposicionar os dermatologistas como especialistas em cancro da pele.
Não apenas como especialistas no tratamento da acne e das erupções cutâneas.
Mas sim como especialistas no combate ao cancro.
Isso mudou tudo.
Pin itPartilharO Dia Nacional de Rastreio do Cancro da Pele, de acesso gratuito, tornou-se o canal perfeito para atrair o público.
Rastrear as pessoas.
Detetar lesões.
Fazer mais biópsias.
Diagnosticar mais casos.
Realizar mais cirurgias.
Repetir.
E assim que se incutiu na população a ideia de que qualquer mancha suspeita poderia ser cancro, a ansiedade tornou-se o motor.
O medo impulsionou a procura.
A procura impulsionou os procedimentos.
Os procedimentos impulsionaram as receitas.
Pin itPartilharAs narrativas mais eficazes têm, normalmente, três partes:
Um inimigo aterrador.
Um ritual de triagem.
Um procedimento que parece salvar-te.
A dermatologia encontrou as três.
Pin itPartilharA cirurgia de Mohs tornou-se uma parte fundamental desse sistema.
É frequentemente apresentada como o padrão de excelência, porque permite remover o cancro com precisão, poupando ao mesmo tempo o tecido saudável.
Por vezes, isso é verdade e, quando o é, revela-se muito valiosa.
Mas também é utilizada em excesso.
Entre os beneficiários do Medicare, a utilização da cirurgia de Mohs terá aumentado 700% entre 1992 e 2009.
Em 2012, foram gastos mais de 2 mil milhões de dólares em cirurgias de Mohs.
É uma quantia enorme.
Pin itPartilharO capital de investimento entrou então em cena.
Foram adquiridos consultórios de dermatologia. A pressão para gerar lucros aumentou. Recorreu-se a profissionais de saúde não médicos para expandir o modelo.
E cresceram as preocupações com diagnósticos errados, tratamentos excessivos e com o facto de os doentes vulneráveis de lares de idosos serem alvo de procedimentos médicos.
Porque já não se tratava apenas de medicina.
Pin itPartilharNinguém está a sugerir que ignore alterações cutâneas suspeitas.
O melanoma pode, de facto, ser mortal. Pintas que se alteram, contornos irregulares, múltiplas cores, crescimento rápido, sangramento ou lesões que não cicatrizam merecem uma avaliação séria.
A questão não é «nunca consultar um dermatologista».
A questão é não confundir cuidados médicos legítimos com uma campanha de medo promovida por toda a indústria
Pin itPartilharO sol nunca foi nosso inimigo.
A exposição solar imprudente faz mal. As lesões suspeitas são importantes. Alguns cancros precisam de ser removidos com urgência.
Mas a luz solar, por si só, é um dos fatores mais antigos, mais baratos e mais essenciais para a saúde humana.
Um sistema de saúde sensato ensinaria as pessoas a utilizá-la com sensatez.
Um sistema corrupto ensina-as a temê-la — e depois vende-lhes a solução.
Pin itPartilharObrigado pela leitura! Esta informação baseou-se num relatório publicado originalmente por «A Midwestern Doctor». Os detalhes essenciais foram simplificados e adaptados para maior clareza e impacto. Leia o relatório original aqui.
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