23 de março de 2026 – LSN – Doug Mainwaring
Legisladores no Tennessee, no Arizona e no Minnesota apresentaram projetos de lei para proibir a posse e a distribuição das injeções mRNA, associadas a milhares de mortes.
(LifeSiteNews) — Três estados norte-americanos — Minnesota, Arizona e Tennessee — apresentaram legislação que classifica as injeções mRNA contra a COVID-19 como «Armas Biológicas de Destruição Maciça».
O ano passado, o Minnesota foi o primeiro a propor uma lei que criminalizava as vacinas mRNA, seguido pelo Arizona no início deste ano e, mais recentemente, pelo Tennessee. Idaho, Iowa, Montana, Carolina do Sul e Tennessee já haviam anteriormente procurado restringir o uso da tecnologia mRNA.
«À medida que estas declarações se acumulam, é apenas uma questão de tempo até estas injeções serem proibidas», previu Nicolas Hulscher, epidemiologista e administrador da McCullough Foundation, num recente podcast.
Hulscher salientou que, caso o projeto de lei do Arizona seja aprovado e entre em vigor, «a posse, distribuição ou fabrico destas vacinas constituirá acusações relacionadas com terrorismo e prisão perpétua». «E com razão», acrescentou, «dado que estas injeções mataram, feriram e incapacitaram milhões e milhões de pessoas em todo o mundo, rivalizado com centenas de ataques nucleares de Hiroshima».
Hulscher afirmou anteriormente que «as injeções mRNA contra a COVID-19 violam a Convenção sobre Armas Biológicas, o Código de Nuremberga, a Declaração de Helsínquia e a Constituição dos Estados Unidos».
O projeto de lei do Minnesota declara explicitamente: «É intenção do legislativo designar as injeções e produtos mRNA como armas de destruição maciça».
O projeto de lei do Tennessee, conhecido como «Lei de Proibição de Bioarmas mRNA», introduzido na semana passada, proíbe «o fabrico, a aquisição, a posse ou a disponibilização a terceiros de injeções e produtos mRNA; exige que os funcionários governamentais estaduais e locais utilizem todos os meios legais necessários para investigar ou fazer cumprir suspeitas de infrações; pune as violações da mesma forma que o fabrico, aquisição, posse ou transferência de uma arma de destruição maciça, que constitui um crime de Classe B».
🚨THREE U.S. states have now introduced legislation designating COVID-19 mRNA injections as BIOLOGICAL WEAPONS OF MASS DESTRUCTION:
— Nicolas Hulscher, MPH (@NicHulscher) March 21, 2026
1. Tennessee Bill SB1949 (Sen. Janice Bowling)
2. Arizona Bill HB 2974 (Rep. Rachel Keshel)
3. Minnesota Bill HF 3219 (Rep. Shane Mekeland) https://t.co/qeyW6ESamN pic.twitter.com/UOenWy62di
As vacinas mRNA «nunca foram seguras nem eficazes»
As injeções baseadas em mRNA instruem as células humanas a produzir uma versão geneticamente modificada da «proteína spike» do coronavírus, de modo a desencadear uma resposta imunitária.
Os criadores das vacinas mRNA não previram que, uma vez introduzidas no organismo, a produção repetida das proteínas spike não pode ser controlada. Para alguns receptores das vacinas, o corpo transformou-se numa fábrica humana de produção da proteína spike, capaz de viajar pelo sangue desde o local de injeção até ao resto do organismo, incluindo órgãos vitais, o cérebro, o fígado, o baço, a medula óssea e os órgãos reprodutores.
Enquanto o sistema imunitário faz o seu trabalho ao atacar as células que reconhece como «infetadas» devido à presença das proteínas spike, acaba por atacar esses órgãos e tecidos, causando inflamação, miocardite e coágulos sanguíneos.
A LifeSiteNews noticiou no outono passado que mais de 81.000 médicos, cientistas, investigadores e cidadãos preocupados, 240 funcionários eleitos e 17 organizações profissionais de saúde pública e médicas exigiram a retirada das vacinas contra a COVID-19 do mercado.
O número total de mortes associadas às vacinas contra a COVID-19 reportadas ao VAERS ultrapassa os 589.000 nos Estados Unidos e os 17 milhões a nível mundial.
Artigo publicado a 23 de março de 2026 na LifeSiteNews, por Doug Mainwaring.




