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12 de Maio, 2026 07:53

Legislação em três estados dos EUA classificaria vacinas mRNA contra a COVID como «armas de destruição maciça»

23 de março de 2026 – LSN – Doug Mainwaring


Legisladores no Tennessee, no Arizona e no Minnesota apresentaram projetos de lei para proibir a posse e a distribuição das injeções mRNA, associadas a milhares de mortes.

(LifeSiteNews) — Três estados norte-americanos — Minnesota, Arizona e Tennessee — apresentaram legislação que classifica as injeções mRNA contra a COVID-19 como «Armas Biológicas de Destruição Maciça».

O ano passado, o Minnesota foi o primeiro a propor uma lei que criminalizava as vacinas mRNA, seguido pelo Arizona no início deste ano e, mais recentemente, pelo Tennessee. Idaho, Iowa, Montana, Carolina do Sul e Tennessee já haviam anteriormente procurado restringir o uso da tecnologia mRNA.

«À medida que estas declarações se acumulam, é apenas uma questão de tempo até estas injeções serem proibidas», previu Nicolas Hulscher, epidemiologista e administrador da McCullough Foundation, num recente podcast.

Hulscher salientou que, caso o projeto de lei do Arizona seja aprovado e entre em vigor, «a posse, distribuição ou fabrico destas vacinas constituirá acusações relacionadas com terrorismo e prisão perpétua». «E com razão», acrescentou, «dado que estas injeções mataram, feriram e incapacitaram milhões e milhões de pessoas em todo o mundo, rivalizado com centenas de ataques nucleares de Hiroshima».

Hulscher afirmou anteriormente que «as injeções mRNA contra a COVID-19 violam a Convenção sobre Armas Biológicas, o Código de Nuremberga, a Declaração de Helsínquia e a Constituição dos Estados Unidos».

O projeto de lei do Minnesota declara explicitamente: «É intenção do legislativo designar as injeções e produtos mRNA como armas de destruição maciça».

O projeto de lei do Tennessee, conhecido como «Lei de Proibição de Bioarmas mRNA», introduzido na semana passada, proíbe «o fabrico, a aquisição, a posse ou a disponibilização a terceiros de injeções e produtos mRNA; exige que os funcionários governamentais estaduais e locais utilizem todos os meios legais necessários para investigar ou fazer cumprir suspeitas de infrações; pune as violações da mesma forma que o fabrico, aquisição, posse ou transferência de uma arma de destruição maciça, que constitui um crime de Classe B».


As vacinas mRNA «nunca foram seguras nem eficazes»

As injeções baseadas em mRNA instruem as células humanas a produzir uma versão geneticamente modificada da «proteína spike» do coronavírus, de modo a desencadear uma resposta imunitária.

Os criadores das vacinas mRNA não previram que, uma vez introduzidas no organismo, a produção repetida das proteínas spike não pode ser controlada. Para alguns receptores das vacinas, o corpo transformou-se numa fábrica humana de produção da proteína spike, capaz de viajar pelo sangue desde o local de injeção até ao resto do organismo, incluindo órgãos vitais, o cérebro, o fígado, o baço, a medula óssea e os órgãos reprodutores.

Enquanto o sistema imunitário faz o seu trabalho ao atacar as células que reconhece como «infetadas» devido à presença das proteínas spike, acaba por atacar esses órgãos e tecidos, causando inflamação, miocardite e coágulos sanguíneos.

A LifeSiteNews noticiou no outono passado que mais de 81.000 médicos, cientistas, investigadores e cidadãos preocupados, 240 funcionários eleitos e 17 organizações profissionais de saúde pública e médicas exigiram a retirada das vacinas contra a COVID-19 do mercado.

O número total de mortes associadas às vacinas contra a COVID-19 reportadas ao VAERS ultrapassa os 589.000 nos Estados Unidos e os 17 milhões a nível mundial.


Artigo publicado a 23 de março de 2026 na LifeSiteNews, por Doug Mainwaring.

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