A Associação ILGA Portugal – Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual, Trans e Intersexo considerou hoje a obrigatoriedade de as atletas realizarem um exame genético para as provas femininas dos Jogos Olímpicos, mais um ataque à comunidade, excluída da decisão.
Lusa – 31/03/2026
Esta questão de verificar e inspecionar o género e o sexo das pessoas é, de facto, um atentado, uma violação dos Direitos Humanos, porque isso vai também colocar em risco pessoas CIS, não só trans, porque as CIS que possam ser um pouco fora da norma também serão impedidas de competir“, criticou a presidente da ILGA, Daniela Bento.
Na quinta-feira, o Comité Olímpico Internacional (COI) condicionou a participação de atletas em provas femininas, já a partir dos Jogos Olímpicos Los Angeles2028, à realização de um exame genético, o que excluirá automaticamente as mulheres transgénero.
“O que estamos a fazer é simplesmente excluir pessoas e retirá-las daquilo que é o desporto e de uma vida em comunidade. Se calhar, o exercício deveria ser outro: não escolher as pessoas, mas repensar exatamente como é que as categorias podem estar a afetar as pessoas de formas diferentes“, referiu.
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