Nuno Machado – 01/01/2026
Um estudo, baseado em dados laboratoriais de 90% dos testes PCR realizados na Alemanha, aponta para que apenas uma pequena percentagem (10-14%) desses “casos covid” apresentou evidência serológica (anticorpos) compatível com infeção prévia.
Apesar dos testes PCR detetarem material genético viral, sem distinguir vírus ativo, fragmentos inativos ou contaminação residual, foram usados e considerados um meio seguro e suficiente de diagnóstico
durante a crise covid.
Ora, um artigo científico revisto por pares e publicado na Frontiers, uma das maiores e mais influentes editoras de investigação do mundo, veio reforçar as dúvidas sobre a validade desse tipo de testes, especialmente da forma e no contexto em que foram massivamente utilizados nesse período.
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