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Maria Zeee: Hoje junta-se a nós a Dra. Rima Laibow. É carinhosamente conhecida por Dra. Rima, licenciada na Albert Einstein College of Medicine que acredita apaixonadamente no direito ao consentimento informado de os americanos fazerem as suas escolhas na saúde. Ela exerce medicina natural sem o uso de fármacos há quase 50 anos, procurando todas as causas subjacentes a doenças e maleitas e tratando essa causa de raiz. Ora, estava à espera de falar com a Dra. Rima há algum tempo, pois nunca ouvi ninguém decifrar o Codex Alimentarius como ela, mas também pelo seu conhecimento da corrupção da indústria farmacêutica e do que leva a esta ditadura global de saúde, que é fantástico. Ela tem umpodcastsemanal, que podem ouvir em direto em www. peopleforpeople. ning. com, passa às 15h-17h às terças-feiras e também podem encontrar opodcastda Dra. Rima no Rumble e www.opensourcetruth.com. Dra. Rima, muito obrigada por se juntar a nós.
RL: O prazer é todo meu. Muito obrigada por me convidar para falar de coisas que queria que não fossem verdade.
MZ: Sem dúvida. Coisas que queríamos que não fossem verdade e que a cultura dominante noticiasse, mas uma pesquisa rápida do seu nome no Google e está cheio de calúnias, o que me diz que provavelmente diz a verdade em relação a tudo. Então, queremos analisar alguns temas hoje e falámos brevemente disso antes de começarmos a gravar. Podem recordar-se de si há muitos anos quando disse que haveria uma grande ditadura farmacêutica mundial, um programa de vacinas mundial. Isso foi-lhe revelado por uma chefe de Estado enquanto a tratava na sua clínica. Suponho que podemos começar por isso e o seu conhecimento de como chegaram até aqui.
RL: Já exerço medicina há 52 anos sem… Tenho um cachorro. Sem nunca receitar um único fármaco e sou psiquiatra de formação, psiquiatra de crianças, adolescentes e adultos também, pois parece-me que há sempre uma alternativa melhor. No meu primeiro dia na faculdade de medicina, tinha os olhos a brilhar, estava em pulgas e disposta a acreditar em tudo o que me dissessem e o professor de farmacologia… Este é o meu cachorro. E o outro está ali atrás. O meu professor de farmacologia na primeira aula do primeiro dia no primeiro ano de faculdade de medicina disse: “Homens…” E reparei imediatamente que começara com um erro. Ele disse: “Homens, quero que se lembrem que existem apenas efeitos secundários. “Todos os fármacos funcionam com o mesmo mecanismo. “Envenenam sistemas enzimáticos. “Se gostarem dos resultados, chamem-lhe benefício terapêutico. “Caso contrário, chamem-lhe efeito secundário, mas existem apenas efeitos secundários.” Então, eu levantei a minha mão e disse: “Mas não são as enzimas que fazem a vida?” Existem 35 mil reações enzimáticas em todos os dez biliões de células em simultâneo sempre a acontecer no nosso corpo. “Como ajudamos alguém se envenenamos sistemas enzimáticos?” Disse eu na minha inocência. E ele respondeu por muitas palavras compridas e um parágrafo bastante longo que basicamente era: “Senta-te e cala-te.” E eu disse para mim mesma: “Não vou fazer isso.” “Vou sempre encontrar uma maneira melhor.” E isso iniciou a minha carreira como clínica. Licenciei-me da faculdade de medicina, como disse na Albert Einstein College of Medicine, em 1970, e é um gosto poder dizer que ainda é uma memória viva e, durante esse tempo, nunca variei do meu juramento que iria encontrar maneira de ajudar as pessoas em vez de envenená-las e isso significava não usar fármacos. Bem, para médicos que exercem medicina sem fármacos, não tóxica, eu chamo-lhe medicina que mal não faz. Não sei se isto vai ajudar, mas podemos tentar, não faz mal tentar. E fazia medicina de frequências, neuroterapia, nutrição, desintoxicação e terapia intravenosa de vitaminas e minerais com um enorme sucesso de uma forma que os médicos convencionais raramente têm e tinha milagres semanais e diários, como qualquer médico que exerça corretamente, e, logo, vinham ter comigo pessoas de todo o mundo. Não fazia publicidade nem dizia às pessoas o que fazia, mas as pessoas desesperadas têm amigos desesperados e as pessoas ficavam bem depois de lhes dizerem que tinham de viver com a dor ou que não havia tratamento ou que deviam ir para casa morrer.
O grande abate
Portanto, foi-se passando a palavra, como acontece quando existe um recurso útil, e eu tratava pessoas comuns como nós e tratava a elite, embora recusasse alguns deles, mas uma chefe de Estado veio ter comigo e tinha problemas de saúde crónicos que conseguimos corrigir e um dia ela disse-me: “Sabe? Está quase na altura de começar o grande abate.” E eu disse: “O quê?! O quê?” E ela disse: “O abate…” A-b-a-t-e. Eu conheço a palavra, mas está a falar do quê? Ela disse: “O abate dos comedores inúteis.” Isto foi em 2002 e nunca tinha ouvido o termo “comedores inúteis”. Agora, em parte por minha causa, muita gente já ouviu esse termo, mas para mim era novo. Perguntei o que era um comedor inútil. Ela disse: “Não o quê, minha querida, mas quem.” Eu disse: “Está bem. Quem é o comedor inútil?” Ela disse: “As pessoas que estão a consumir os nossos recursos não renováveis.” E eu disse-lhe: “Já lhe ocorreu que está a consumir os recursos não renováveis deles?” Ela disse: “Essa é uma ideia interessante, mas enfim.” E descartou isso imediatamente. Ela disse: “Está quase na hora do abate dos comedores inúteis.”
E eu disse: “Quantos desses comedores inúteis planeiam abater?” E ela disse: “90%.” E eu disse: “90% do quê?!” Consegue ouvir-me? Então, perguntei quantos comedores inúteis planeava abater e ela disse que era 90% e eu perguntei: “90% do quê?” E ela disse: “Da população mundial.” E eu disse: “Espere lá.” “A sua enorme fortuna…” É uma pessoa imensamente rica. Sim. “A sua enorme fortuna depende de vender imensa porcaria “a um enorme número de pessoas. “Se não tiver um enorme número de pessoas “a quem vender a sua enorme quantidade de porcaria, como vai manter a sua enorme fortuna?” E ela disse: “Não percebe mesmo, pois não, querida?” Eu disse: “Claramente não.” E, já agora, odeio quando me chamam “querida” sem terem uma relação comigo, mas ela disse que a era mercantil que começou no século XIV com a Liga Hanseática na Alemanha estava a acabar. Estamos a passar para uma era neofeudal. Estaremos nós, os neoaristocratas no topo, rodeados dos nossos criados e servos e essa, Maria, foi a primeira vez que ouvi uma pessoa usar a palavra “servo” numa frase. Rodeados de criados e servos e à volta deles os nossos técnicos e toda essa pirâmide curta exige apenas 10% da população mundial atual.
Psicopata
E ela foi-se embora, curada, já agora, e também tratei os filhos dela, e pensei que ou esta mulher é uma lunática completamente alucinada ou acabou de me dar uma pista profundamente valiosa sobre uma realidade de que não suspeitava nada. E claro que a resposta é ambas, como tantas vezes o mundo nos dá respostas complexas, pois sim, ela é psicopata, foi criada para ser uma psicopata, e um psicopata não tem qualquer filiação, preocupação ou ligação ou afeto por alguém ou alguma coisa tirando o bem-estar dele ou dela ou o que veem como o seu benefício. E ela também me dava uma informação muito valiosa. Por mais maluco que fosse, tinha o tom da verdade. Então, comecei a estudar.
MZ: Só quero fazer uma pausa aí. Usamos muito a palavra “psicopata” para descrever estas elites autoproclamadas e globalistas, mas acho muito importante entenderem o que é realmente um psicopata. É um facto. E não se importam nada com a vida humana, os outros.
RL: Não só pela vida humana, qualquer vida. Nenhuma vida. Nem amigos nem parentes nem crias nem crianças. Não importa, seja um cão. Não sente qualquer afeto real. Não sente ligação nem filiação a um nível de sentimento por ninguém ou alguma coisa, qualquer país, valor, sistema. Nada. A única coisa que importa para estas pessoas que, quanto a mim, renunciaram a uma parte da sua humanidade, uma parte essencial, a única coisa que importa para elas é o que veem como o seu interesse pessoal. Ora, aprenderam a criar um espelho para vermos o que precisamos no espelho deles e quanto melhores psicopatas forem, mais perfeito é esse espelho. Não os vemos a eles. Vemos a construção e essa construção pode ser espetacular, pois não têm de ser honestos nem válidos. Nunca são válidos. O único interesse é pessoal. Ora, podem ser pessoas horríveis, más, corruptas, desonestas sem serem psicopatas, pois o exemplo perfeito é o mafioso. O mafioso pode fazer coisas horríveis aos outros, mas a esposa, os filhos, a família, isso importa. Sim. Então, são sociopatas, mas o psicopata não tem afeto verdadeiro por ninguém e são invisíveis para nós, as pessoas normais, pois não conseguimos imaginar uma pessoa que não esteja filiada ou ligada ou tenha um elo emocional a alguém ou alguma coisa. Então, os psicopatas são invisíveis para as pessoas normais a menos que aprendam a procurar por eles. É um fenómeno muito interessante e eu não compreendia isto.
Ponerologia
Nessa altura e depois disso, estava muito interessada em tentar compreender o mal, pois não sabemos argumentar com ele sem o compreender. Apenas sabemos ser arrasados por ele, como um tsunami. Então, tentava compreender o mal e um dia fui à caixa de correio e estava lá um livro num envelope de Kamloops no Canadá. Achei amável, era um livro de bolso chamado “A Ciência da Ponerologia”. Ponerologia. Ponerologia, o estudo do mal. Não é adorar ou venerar o mal. É compreender como acontece o mal, como é atrativo, por que motivo tem influência. E é um livro muito difícil de ler, pois foi traduzido de russo para checo, para alemão, e para inglês. É como ler no meio da lama, mas a essência é o que lhe acabei de dizer, que um psicopata é invisível para uma pessoa normal devido à sua falta de filiação e para mim enquanto psiquiatra isso fez muito sentido. Contactei a morada, tentei encontrar um número de telefone e escrevi a quem vivia nessa morada em Kamloops, Colúmbia Britânica, e não era uma morada verdadeira. Não faço ideia quem me enviou o livro, mas teve muito impacto. Seja como for, foi uma oferta fortuita do acaso.
Eugenismo
Portanto, esta mulher disse-me qual era o plano e embora fosse uma autêntica loucura, pois as pessoas normais não pensam assim, não dizem estas coisas nem querem que isto aconteça com equanimidade. “Sim, vamos matar 90% da população mundial, pois dá-nos jeito.” No entanto, tinha a sensação de uma realidade hedionda e como psiquiatra compreendo a sensação da realidade hedionda melhor do que a maioria e, então, fui pesquisar. E descobri que o termo, que os termos que ela usara, incluindo “comedor inútil” eram termos da arte na Alemanha nazi. Também descobri que os alemães tinham iniciado a sua hedionda campanha de extermínio bem antes da II Guerra Mundial. E acho importante passar uns momentos a falar sobre isso, se não se importar. – Claro, sim. Primeiro que tudo, temos de compreender que a pessoa que introduziu o eugenismo, a limpeza étnica, supostamente com uma base científica, na Alemanha foi John D. Rockefeller Jr. Ele patrocinou, era eugenista, era um racista extraordinário, e não era lá muito boa pessoa, a meu ver, e patrocinou os institutos Kaiser-Wilhelm, um em Munique, outro em Berlim. Antes da II Guerra Mundial, claro, mandava o imperador Guilherme. Ele patrocinou o “estudo científico” do eugenismo, ou da limpeza étnica, enquanto os alemães o puseram em prática. E acreditava-se que para o bem, e isto é muito importante para o que vivemos agora, para o bem, segurança e saúde da população, era importante limpar, livrar-se daqueles que eram uma contaminação para a sociedade. Pode pensar nos termos atuais naqueles que “não estão vacinados” com uma “não vacina” a ser usada, alegadamente, contra a covid-19, que não funciona, claro, como sabemos. O Anthony Fauci acabou de testar positivo à covid depois de duas doses e dois reforços. Então, já levou quatro doses e não funcionam, claro. Mas eu tenho uma teoria acerca disso.
MZ: – Tenho uma teoria, Dra. Rima. – Sim. Primeiro que tudo, acho que nenhum deles levou a injeção, mas também acho que mentem e dizem às pessoas que testaram positivo para normalizar. Provavelmente. Porque há pessoas na população a pensar porque ainda ficam doentes. “Não faz mal. O Fauci ficou doente. Não sou só eu.”
RL: De certeza que você tem razão. E vimos a Nancy Pelosi, a presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, a receber a sua alegada vacina com a tampa laranja de segurança. – Sim. – Ainda colocada. Assim é difícil dar uma vacina.
Fauchismo
Sendo alguém que usou seringas durante quase mais de meio século, diria que é difícil, mas enfim, a questão é que os comedores inúteis eram definidos como sendo as pessoas que iam fazer decair a saúde do povo alemão. Isto é muito importante, Maria. Todos os sistemas totalitários modernos agregaram o sistema médico ao qual tinham acesso e usaram o sistema médico para realizar o seu desastre totalitário. Mao fez isso, Pol Pot fez isso, Hitler fez isso, e nós estamos a fazê-lo a nível global. Chamo-lhe “fauchismo”, já agora. Podem usar o termo se quiserem. Então, e é assim que Anthony Fauci devia ser lembrado. Então, os comedores inúteis foram determinados como sendo qualquer pessoa que tivesse alguma deficiência. Esta é a Alemanha do imperador Guilherme e depois a Alemanha da República de Weimar.
Então, a comissão de eutanásia de crianças foi montada em Berlim. Era esse o seu nome. A comissão de eutanásia de crianças tinha um dossier sobre todas as crianças que nasciam na Alemanha. Qualquer criança que tivesse qualquer deficiência, que fosse estrábica, com um pé virado para dentro, que tivesse alguma deformidade ou problema de desenvolvimento entre os zero e os três anos era eliminada e o código era muito interessante. Uma criança que deixavam viver tinha um menos colocado na parte de fora da pasta dela, mas uma criança que estivesse marcada para morrer tinha um mais colocado na parte de fora da pasta. É uma simbologia bastante interessante. Mas enfim, a comissão de eutanásia de crianças usou enfermarias e hospitais especiais, para onde eram levadas crianças alemãs e deixavam-nas morrer de frio no inverno ou faziam-lhes experiências com fármacos no coração ou o que pensassem que podiam fazer, pois não eram humanas, embora fossem alemãs, não eram humanas pois eram defeituosas em alguma coisa. Então, foram assassinadas em grande número e a população alemã disse: “Sim, estamos a fazer uma limpeza. Isso é bom.”
Então, alargaram o programa até aos 17 anos. Isto passa-se na Alemanha pré-guerra, sim? O programa foi alargado a quem tivesse até 17 anos e isso funcionou tão bem que disseram que iam fazer da nascença até à morte e vamos trazer a morte mais cedo e houve um programa chamado “Aktion T4”, pois havia quatro grandes propriedades na Alemanha, sendo a primeira “Aktion” onde instalaram câmaras de extermínio para as pessoas que traziam. Diziam que iam passar um belo dia no campo, que iam almoçar e talvez houvesse uma banda Oompah e, na verdade, foram exterminados.
Ora, quando começou a II Guerra Mundial, e, já agora, é importante relembrar que Adolf Hitler foi escolhido, apoiado e treinado por um comité de industrialistas americanos, incluindo John D. Rockefeller Jr., Henry Ford, Franklin Delano Roosevelt, os Averell Harriman, os percursores, os tios Bush, os tios de George W. Bush, e John D. Rockefeller Jr. enviou o seu relações-públicas pessoal, John Ivy, à Europa antes da festa de lançamento de Hitler, por assim dizer, e realizou um pequeno curso a três homens que é capaz de conhecer, Hitler, Göring e Goebbels, precisamente sobre como dirigir operações de propaganda e apoderar-se da mente e comportamento das massas. Então, isto foi tudo bem coordenado. Tencionava ser aquilo que vivemos agora, mas as coisas não correram como foi antecipado.
Nações Unidas
A Sociedade das Nações não fez o que devia e, então, a II Guerra Mundial trouxe uma pequena pausa no controlo globalista, na agenda globalista, mas não se preocupem. Deram outro formato à Sociedade das Nações e passou a ser as Nações Unidas e criámos novas organizações como a Codex Alimentarius, o holocausto mundial, peço desculpa, a Organização Mundial de Saúde. Sim. Chamo-lhes a Organização Mundial do Inferno, mas acho que Organização Mundial do Holocausto encaixa muito bem. Acho que funciona bem com a administração de fraude e morte dos EUA e o Centro de Criação de Doenças.
IG Farben
Portanto, a… A II Guerra Mundial não correu como tencionavam algumas partes e os donos da IG Farben, o lado civil da máquina de guerra alemã, o lado industrial, os donos da IG Farben foram para a prisão depois da conclusão da guerra. Eram basicamente todos os executivos das farmacêuticas da Alemanha, da Áustria e das outras partes do império alemão. Agora, de forma interessante, por acaso John D. Rockefeller Jr. tinha o controlo acionista de todas essas empresas. Isso não é interessante? E John D. Rockefeller Jr., como sabemos, é responsável pela quase destruição da medicina natural no primeiro mundo e pela criação da medicina farmacêutica, a chamada medicina convencional. Envenenar sistemas enzimáticos nada tem de convencional, para dizer pouco. Mas enfim, os donos da indústria farmacêutica foram arrancados desses empregos e colocados nas suas posições de liderança na IG Farben. Depois de a guerra não correr como foi previsto e a Alemanha “perder a guerra”, o que quer que isso signifique, várias coisas aconteceram. Uma foi que eles foram para a prisão, durante quatro anos, quatro anos e meio, e não foram muito mal tratados enquanto estiveram presos e depois saíram da prisão, arranjaram novos fatos, penteados, novos sapatos e voltaram ao trabalho como altos executivos, os presidentes e CEO e por aí fora das mesmas empresas farmacêuticas que durante a guerra tinham feito coisas como o Zyklon B, mas esqueçam lá isso e depois voltaram para o ramo farmacêutico de tornarem as pessoas alegadamente saudáveis, tudo bem, e não ficaram satisfeitos, pois a Alemanha perdera a guerra.
Controle do fornecimento alimentar
Então, juntaram-se e disseram: “Bem, isto não funcionou. Que mais podemos fazer para dominar o mundo?” E pensaram sobre isso, e eram tipos inteligentes, incluindo o célebre Fritz ter Meer, dono da farmacêutica Bayer, e disseram: “Esperem lá, a comida!” “Podemos apoderar-nos da comida mundial.” Vaticinando muitos anos antes o que disse Henry Kissinger, que é quem controla o fornecimento de alimentos que controla o mundo. – Sim. E o Kissinger, claro, era um discípulo desta escola do mal e ainda é. Mas enfim, juntaram-se e tiveram uma reunião e escreveram uma carta às inexperientes Nações Unidas. Isto foi em 1952 e todos eles assinaram a carta. E disseram: “Sabem que mais? Achamos que vocês, Nações Unidas, “deviam dominar o fornecimento alimentar mundial. “Porque é que vocês, organização globalista, não se apoderam do fornecimento alimentar mundial?” E as Nações Unidas disseram: “Essa é uma ideia fixe. Sim, devíamos apoderar-nos do fornecimento alimentar mundial.”
Mas não tinham o poder para implementar isso e inventaram regulamentos voluntários muito fracos numa coisa chamada Codex Alimentarius, o código alimentar. Ora, havia um Codex Alimentarius na Áustria, no império austro-húngaro, há muito tempo no século XIX, quando os tribunais impuseram regras para decidir o que era comida adulterada, o que era comida não adulterada, qual era uma medida justa e por aí fora. Os governos fazem essas coisas. Aliás, na Inglaterra medieval, havia um departamento de pesos e medidas e foram medir balanças dos talhos para pesarem corretamente e foram verificar o pão para confirmar que não tinha pó de talco e só tinha farinha e água.
MA: Sim. Se for pelas razões certas, tudo bem. – Certo. – Mas não foi aqui. Eu não sabia que isto vinha de 1952. Os documentos mais antigos do Codex Alimentarius que encontrei eram de 1974.
RL: Bem, o que aconteceu foi que levou algum tempo. As rodas da burocracia internacional movem-se lentamente. Claro. E o Codex Alimentarius foi montado para que o holocausto mundial, a Organização Mundial de Saúde e a Organização para a Alimentação e a Agricultura, a OMS e a FAO, que são empresas privadas, já agora, são empresas privadas financiadas pela indústria.
MZ: Predominantemente financiadas pela indústria farmacêutica.
RL: Bem, a OMS é financiada pelas grandes farmacêuticas e Bill Gates e a Organização para a Alimentação e a Agricultura é financiada pelas grandes empresas agrícolas e Bill Gates. Então, e as grandes empresas farmacêuticas e agrícolas são duas partes da mesma roda de cartel. Temos as grandes empresas do setor da saúde, com os seguros de saúde ao lado, temos as grandes empresas agrícolas para nos deixarem doentes, temos as grandes empresas biotecnológicas para nos deixarem ainda mais doentes e alterar as plantas para poderem tolerar mais químicos antes de morrerem e depois temos as grandes empresas farmacêuticas que fazem parte do mesmo cartel e depois voltamos às grandes empresas na saúde. Então, é grandes empresas na saúde, grandes empresas agrícolas, grandes empresas biotecnológicas, grandes farmacêuticas. É tudo um grande cartel. Portanto, e quanto mais doentes estiverem, melhor para eles até, finalmente, morrerem.
Diminuição populacional
Lembre-se do abate dos comedores inúteis, pois o plano, e pode ler a Agenda 21, sobre a qual escrevi um livro que agora foi explorado até ao tutano e anunciado ao mundo como sendo uma coisa boa pelo Papa Francisco na ONU como a Agenda 2030 que diz que temos de reduzir a população do planeta pelos mágicos 90% e temos de comprimir os restantes 10% da população mundial, todos podem ler estes documentos, já agora, Maria. Claro.
MZ: Estão disponíveis ao público. Não são uma conspiração. Estão lá para as pessoas lerem, mas não os procuram.
RL: Não. São uma conspiração, sim, mas não é teórico. – Correto, sim. – Não é teoria nenhuma. E não sou das teorias da conspiração. Vou pelos factos. – Sim. – Eu procuro os factos. E quando encontro os factos, falo e escrevo sobre eles. Então, vamos reduzir a população para 10% ou menos do seu nível atual e vamos comprimir os restantes servos em 1% da massa terrestre mundial. Porquê fazer isso? Em aldeias temporárias e será atribuída a cada pessoa 16 metros quadrados como seu espaço residencial para a vida. Klaus Schwab disse que não teremos nada e ficaremos contentes. Bem, não vão ter nada, pois vão tirar-nos tudo e atribuir-nos os tais 16 metros quadrados de espaço, dizemos o que devem comer, pensar, fazer, se tiverem emprego, vai ser permitido caminhar ou andar de bicicleta até onde quiserem sem uma licença, mas se procurarem mais algum transporte, não vão poder entrar no comboio ligeiro que interliga as aldeias temporárias sem licença. Nunca mais poderemos voltar a 90% do planeta novamente, pois será renaturalizado, será reservado para os animais. Já ouviu falar deste disparate sobre os animais? Está tudo bem. Estavam a brincar com o cão e parecia que gritava, mas era a pessoa a gritar. Peço desculpa. Não faz mal. Não poderemos mais voltar à natureza. Já ouviu falar deste disparate dos animais terem os mesmos direitos do que as pessoas. Temos de ser bons pastores do planeta, mas os animais não têm os mesmos direitos do que as pessoas. Se tiverem, concedemos-lhe esses direitos, e dizemos que temos de lhes dar o planeta, e nunca voltaremos a pôr os pés, abrir minas, fazer esqui, caminhadas, cultivar, pois temos de comer alimentos sintéticos para não usar as áreas de cultivo, certo?
MZ: Dra. Rima, quero perguntar-lhe, pois houve um escândalo recentemente aqui na Austrália, pois o chefe de governo do estado de Vitória disse às pessoas, criou legislação que levava a não podermos cultivar legumes. Também cria legislação que diz que se formos caçar, não podemos partilhar a carne com mais ninguém. Estes são os passos para aquilo de que fala. Precisamente. Que é banir completamente o cultivo dos nossos alimentos e isto está ligado ao Codex, que nos vai dizer que os nutrientes são toxinas e as toxinas são nutrientes.
Übermenschen
RL: Precisamente. Então, tudo isto… Queria referir algumas coisas da Agenda 21 que continuaram na Agenda 2030 que são engraçadas. Diz que qualquer criança que cresça e atinga o seu potencial genético consome e estou a citar “mais do que a justa porção” dos recursos do planeta e, logo, as crianças vão ser intencionalmente subalimentadas, mas espere, há mais. Qualquer criança que atinja todo o seu potencial intelectual consome e cito “mais do que a justa porção” dos recursos do planeta e, logo, as crianças serão menos formadas. Então, criamos os subalimentados, pequenos, cerebralmente subnutridos, de classe baixa, os ” üntermenschen”, que são os criados e servos dos neoaristocratas no topo. Esse é o objetivo de tudo isto e a propaganda e negócio das casas pequenas, não é maravilhoso termos casas pequenas? Não é maravilhoso termos crianças a comerem insetos? No Reino Unido, dão insetos às crianças na escola experimentalmente. Não é maravilhoso? Não!
MZ: Para testar o apetite por proteínas alternativas.
RL: Proteínas alternativas, não é maravilhoso? E claro que o Bill Gates está a trabalhar no desejado leite materno humano sintético e vamos ter carne sintética e frango sintético e claro que os “übermenschen” vão comer a mesma porcaria sintética e insetos do que nós. Não me parece. E não podem ir à natureza? Não me parece. Estamos a falar do abuso de sistema mais totalitário, mais cruel, o mais segmentado, hierárquico que o mundo já alguma vez viu a ser introduzido através da comida e dos medicamentos. [35:07]
Covid foi prevista
E o disparate da covid foi previsto. Como é que eu sabia? Sou assim tão inteligente? Não. Li os documentos deles. Li os documentos deles em 2002, 2003, 2004 e 2005 e em 2004 disse ao meu marido, o major-general Albert Stubblebine, um general aposentado do Exército norte-americano, um brilhante analista estratégico e um ser humano fantástico de mente muito aberta, disse-lhe: “Querido, temos de encerrar o consultório.” O Alexandria Institute of Medicine era o nosso sustento e fizemos muitas coisas boas e ajudámos muitas pessoas. E ele disse algo muito inteligente: “Porquê?” E eu disse: “Bem, eis o que tenho estudado. “E eis o que está a acontecer a todas as nossas liberdades. “Eis o que está a acontecer ao consentimento informado. Eis onde tudo isto vai parar.” E disse-lhe que ele e eu éramos bons analistas estratégicos e bastante bons estrategos e as pessoas que estão do nosso lado, pela liberdade na saúde no mundo, não estão a pensar estrategicamente, apenas taticamente. Depois de se perder uma batalha, andam a abanar as mãos e a dizer: “Não é horrível?” E depois perdem a batalha seguinte e a seguinte. Eu disse que se ninguém enfrentasse a agenda globalista, não teríamos quaisquer hipóteses de sobrevivência e de reter qualquer liberdade e ele concordou, pois era um guerreiro. Então, encerrámos o consultório, vendemos a nossa casa para termos dinheiro e criámos a fundação Natural Solutions Foundation para enfrentar os planos globalistas que eles conceberam.
Tratado pandémico
Por exemplo, a 14 de julho de 2006, todos os países que eram membros da Organização Mundial de Saúde assinaram um acordo, não é o mesmo do que ratificar, mas assinaram um acordo que dizia que caso acontecesse uma pandemia de nível 4, indefinida, qualquer um podia chamar a uma pandemia nível 4, sem qualquer motivo, caso acontecesse uma pandemia de nível 4, toda a governação do mundo passava para a Organização Mundial de Saúde. – É exatamente isso… – Precisamente. O Regulamento Sanitário Internacional, certo. E é precisamente isso que o novo “tratado pandémico” irá dizer.
MZ: Ou a “Constituição da OMS”, como lhe chamam.
RL: Constituição da OMS, como lhe chamam, da governação mundial. Ora, podemos permitir isso se gostamos de ser escravos e húmus, húmus tóxico, já agora, devido à degradação dos nossos alimentos e à injeção de sabe-se lá o quê no nosso corpo ou podemos fazer como fizemos com o Regulamento Sanitário Internacional e reprimir, dizendo o que acredito serem as três palavras mais importantes de uma pessoa livre: “Não se atrevam.” Foi isso que dissemos. A administração Biden, Deus nos ajude a todos, e não importa se é o Biden ou o Trump ou quem seja, são todos fantoches dos mesmos donos globalistas. Então, a administração Biden submeteu em janeiro passado 13 revisões ao Regulamento Sanitário Internacional. O Regulamento Sanitário Internacional é uma agência independente. Não são a Organização Mundial de Saúde. Têm a sua administração, o seu orçamento, obrigada, Bill Gates, e são uma organização independente.
MZ: Só quero clarificar que todos os países têm o seu acordo com o Regulamento Sanitário Internacional, pois aqui na Austrália diz que é juridicamente vinculativo, aquilo que acordámos com o Regulamento Sanitário Internacional é juridicamente vinculativo e sei que o nosso representante na Assembleia Mundial da Saúde apoiava totalmente, queria que isto avançasse. Sabe? A Austrália, o Reino Unido, os Estados Unidos, em conformidade, querem esta Constituição da OMS. Devido à resistência que houve e muitos de nós estávamos envolvidos, e graças a Deus por essas pessoas, impedimos as revisões ao Regulamento Sanitário Internacional.
RL: Bem, abrandámos. Não impedimos.
MZ: Sim, mas agora dizem que aceitam fazer um tratado, a Constituição da OMS e esta reunião vai ser sobre isso, querem fazê-lo até 1 de agosto. Entretanto, reúnem-se na OMS na próxima semana para falar da varíola dos macacos que aparentemente é racista. Esse é todo um outro tópico. Bem, mudam…
RL: Podemos falar da varíola dos macacos que é outro nome dado à varíola de forma a tornar menos claro que a varíola nunca foi erradicada.
MZ: – Sim. – É outra história. Há algumas teorias acerca disto, Dra. Rima, dizem que é zona por os sistemas imunitários das pessoas estarem destruídos devido às injeções. Isto é um sintoma… – É um encobrimento. -… de SIDA induzida pela vacina.
RL: Sim, e eu acredito que é.
MZ: Sim. Também há teorias, falei com o Dr. Francis Boyle, especialista em guerra biológica, e diz que pode haver ganho de função como com a covid.
RL: Exatamente, e agora sabemos que o Gates… Deu-me uma branca. O Gates e os EUA financiaram o Serum Institut na Dinamarca onde supostamente estava a “varíola dos macacos”, o único sítio no mundo onde estava, e financiaram a investigação, o ganho de função, sobre este vírus em particular lá. Então, o Dr. Boyle tem razão. Certo. Não sabia que tínhamos provas disso. Sim, saiu há um ou dois dias. Certo. É o Serum Institut dinamarquês.
MZ: Bem, não me surpreende. E calha acontecer na altura do exercício da NTI dar-se um surto de varíola dos macacos. – Sim. – Numa semana… Quando olhamos para isso, é mais do que ridículo, para quem compreenda.
RL: Exatamente, e estou sempre a dizer: “Acham mesmo que somos assim tão estúpidos?” E a resposta é suficientemente estúpidos para acreditarmos nisto, suficientemente estúpidos para lhes darmos os nossos filhos para serem injetados com algo que é obsceno. Não há outra palavra para isso.
Tratamentos alternativos
MZ: Mas queria perguntar-lhe sobre isso, Dra. Rima, pois muita gente fala dos efeitos a longo prazo desta injeção obscena. Falamos de danificar o genoma humano, danificar o ADN humano. Podemos fazer alguma coisa por estas pessoas?
RL: Essa pergunta é tão importante, Maria, e eu tenho pensado muito, tal como outros, acerca desta questão. Temos de dividir os perigos em várias categorias para responder a isso. Em termos dos perigos biológicos, sim, pode fazer-se bastante. Por exemplo, se uma toxina, mesmo produzida por bioengenharia feita para danificar as paredes dos vasos sanguíneos, o endotélio, a camada que reveste os vasos sanguíneos, quando isso é introduzido, sabemos que há coisas que podemos fazer que ajudarão. Sabemos que a N-acetilcisteína ajuda, sabemos que a vitamina C e a vitamina D ajudam, sabemos que foi demonstrado que o chá de dente-de-leão ajuda, sabemos que há outros nutrientes, entre eles a vitamina C, claro, que ajudam a reconstruir o endotélio e a reconstruir o sistema imunitário. E no Open Source Truth, o meu site de agregação de notícias, publico um protocolo especulativo nutritivo para ajudar as pessoas com o que sabemos, mas depois vamos às partes que não sabemos.
Ingredientes não declarados nos rótulos
Pois aquilo que está naqueles frascos não é declarado como devia ser legalmente nos rótulos. Sabemos através de organizações muito boas, como La Quinta Columna e outros cientistas, sabemos que o óxido de grafeno foi introduzido nestes frascos e sabemos que o óxido de grafeno se separa devido ao ambiente químico onde está para hidróxido de grafeno, que é uma lâmina com uma camada monomolecular que corta o epitélio. Sabemos que alguns coágulos se devem a isto. Também sabemos que há outras coisas como hidras, como organismos multicelulares que não deviam estar nas vacinas. A toxoplasmose. Sabemos que há uma enorme gama de coisas horríveis não identificadas nos rótulos que não deviam lá estar e sabemos que a forma de tratarmos e ajudarmos nessas áreas só são conhecidas parcialmente e depois há a parte que desconhecemos totalmente, a nanotecnologia auto-organizável. Em termos do meu entendimento dos dados, não há qualquer dúvida de que a nanotecnologia auto-organizável é introduzida nas injeções.
Algumas pessoas recebem soro fisiológico? Talvez tenham sorte, mas a maioria das pessoas recebe injeções terrivelmente tóxicas e a maioria delas, odeio dizer-lhe isto, a menos que façamos a investigação na qual tento trabalhar, as várias tecnologias alternativas tal como tecnologias comuns, a menos que façamos essa investigação e como principal prioridade, um vasto número de pessoas que aceitou tomar estas injeções, que não são vacinas, como sabemos, e um vasto número de pessoas que sofreu a transfeção, pois foram criadas para serem contagiosas. Foram patenteadas para serem contagiosas e é transfeção, não é excreção viral, e já escrevi sobre isto. A menos que descubramos como proteger as pessoas contra primeiro, o que lhes foi injetado, e pararmos as injeções já, e a menos que descubramos como proteger as pessoas contra a transfeção, que já foi documentada e é irrefutável, é tanto o microARNA como a proteína spike que são capazes de se replicar.
A menos que descubramos como tratar essas pessoas, irá morrer um enorme número de pessoas, pois 70% do planeta em algumas zonas, 70% de muitos países e em alguns países uma percentagem muito maior foram injetados com preparados letais. Agora vemos as imagens dos coágulos que se formam no corpo das pessoas. Agora andam a dizer-nos que é normal as crianças terem ataques cardíacos. É normal os adultos caírem para o lado subitamente. – Sim. – É normal os atletas morrerem. Não é normal. Isto é uma chacina com vacinas. E a menos que nos esforcemos na investigação, as pessoas privadas têm laboratórios, podem fazer a investigação, pessoas como o Ryan Cole trabalham arduamente. Há bons médicos a tentarem fazer isto. A menos que gastemos o dinheiro, tempo e nos esforcemos para fazermos esta investigação, a peste negra vai parecer uma brincadeira, Maria, pois na peste negra na Europa somente 50% da população morreu em três anos. Estamos a falar de significativamente mais. O que acontece à nossa infraestrutura? O que acontece à nossa rede? O que acontece à nossa capacidade de produzir alimentos? O que acontece à nossa capacidade de produzir água potável? O que acontece à nossa capacidade de nos protegermos e aos nossos filhos quando 70%, 80%, 90% da população morre porque não fizemos esta investigação? Porque não nos esforçámos agora para descobrir o que se passa e encontrar formas de realmente proteger as pessoas. Sou uma grande fã de glutationa, sou uma grande fã de vitamina D. – Isso não chega.
MZ: – Concordo consigo. É tão crucial, Dra. Rima, e aquilo que diz é tão importante. Eu sinto a sua paixão por este tema. Precisamos de uma solução para o que fizeram à humanidade. Não podemos apenas falar do que fizeram e deixar que nos destruam e morrermos. Eu certamente não serei escrava de ninguém e não vou cair sem lutar. Sei que você é igual. Muita gente acha o mesmo. Aliás, quem durou tanto tempo sem ceder à pressão desta injeção da morte e perdeu tanto fica mais forte a cada dia que passa.
Hidroxicloroquina, Ivermectina
Falei com a Dra. Lee Merritt ontem. Ela disse que há provas que sugerem que a ivermectina e a hidroxicloroquina podiam ser eficazes a retirar esta nanotecnologia, a destruí-la. Também já ouvi isto noutros sítios e foi por isso que foi tão suprimido. Tem alguma revelação sobre isso?
RL: A Lee Merritt é uma médica muito boa e desconheço que a ivermectina ou a hidroxicloroquina façam isso. Sei que fazem outras coisas. No meu mundo, da forma como eu vejo as coisas, acho que tudo o que a ivermectina e a hidroxicloroquina conseguiram pode ser conseguido através de meios naturais, mas não me oponho nada a usar a ivermectina e a hidroxicloroquina embora em 52 anos a exercer medicina nunca tenha receitado um fármaco, mas se for preciso isso, tudo bem. Podemos fazer isso, mas acho que a vitamina D e a vitamina C, N-acetilcisteína e óleo de peixe, vitamina E e por aí fora são mais agradáveis para os sistemas do corpo. A ivermectina tem alguma toxicidade, a hidroxicloroquina também. Mas não me oponho nada à sua utilização, mas também há menos transtornos jurídicos com nutrientes, embora o senador Dick Durbin mais uma vez tente retirar o nosso direito a um ambiente livre, vibrante de nutrientes e suplementos aqui nos EUA. Porque não? Porque não o faria? Para quem trabalha ele, afinal? Estamos a lutar contra isso. Mas a questão é que seja de que maneira for, essa investigação tem de ser feita e esses métodos têm de ser amplamente disseminados. Não estou familiarizada com os dados de que fala. Se pudesse partilhar comigo, ficaria muito grata e se alguém quiser contactar-me para se juntar a mim, dar as mãos nesta investigação, estou a trabalhar com cientistas de frequências para procurar formas de usar a tecnologia de frequências que usei na maior parte da minha carreira para desativar e remover estas partículas não biológicas e restaurar a saúde das membranas e mitocôndrias, por aí fora. Acho que essa é uma forma bastante potente. Se alguém quiser contactar-me, estou desejosa disso. [52:11]
Qual é o plano?
MZ: Tenho outra pergunta sobre isto, Dra. Rima. Para quem foi diretamente injetado, é mais tóxico comparado com quem teve transinfeção? – Transfeção. – Transfeção. Por exemplo, eu estou bem, pelo que percebo. Mas evito o máximo possível as pessoas que foram injetadas. Agora, por mais terrível que seja dizê-lo, temos de fazê-lo pela nossa saúde. Claro. Não queremos isto no nosso sistema, mas se essas pessoas… Não vemos pessoas não injetadas a caírem para o lado e morrerem como quem foi injetado. É predominantemente quem foi injetado. Se as pessoas que restarem são as que não foram injetadas, como é que isso faz sentido para o plano deles? É por quererem pessoas mais saudáveis, os que não foram injetados? Porque pelo que percebo, esta nanotecnologia pode abrir a humanidade a coisas como controlo da mente. Este tópico é enorme.
RL: Sem dúvida. Bem, essa é uma pergunta muito, muito interessante. Sabe, está a usar a lógica normal e isso é uma coisa razoável, mas estas pessoas não são normais. E não usam a lógica normal. Se fizermos a sociedade ruir, fazemos ruir toda a infraestrutura, todas as peças, quem resta não tem comida nem eletricidade. Onde eu estou agora estão 47 ºC no deserto. Sem ar condicionado, morremos. Quem fica sem infraestrutura irá implorar por abrigo, irá implorar por comida, irá implorar por apoio e subsistência. “Salve-me, salve-me, por favor, Sr. Schwab.” E eles vão ser ajudados, vão ser acolhidos se aceitarem a injeção ou qual seja a injeção a seguir. Sim. Vão ser acolhidos se aceitarem ochip. Vão ser acolhidos se aceitarem as condições e termos.
Fome
E vão estar tão esgotados, segundo o plano, vão estar tão esgotados, desesperados e num tal estado de fome. Nos EUA, temos mais de cem grandes fábricas de processamento alimentar que ficaram reduzidas a cinzas nos últimos três meses. Porquê? E quantos milhares de cabeças de gado caem mortos? – Caem mortos. – Devido a uma onda de calor. Sim, quando sempre tivemos ondas de calor e não morrem assim. Então, obviamente é um grande “holodomor”, uma grande fome artificial que está a ser criada para esse propósito. A infraestrutura irá ruir por todo o mundo, provavelmente em simultâneo. E as pessoas vão ficar desesperadas para sobreviverem e, logo, desesperadas para se ajoelharem, fazerem uma vénia e aceitarem o que lhes dizem. E haverá algumas pessoas lá para o interior que não o fazem. Este é o quadro que está a ser planeado e nós temos de dizer “não se atrevam”.
Luta pela existência
MZ: Eles vão permitir que existam essas pessoas? Porque muita gente fala de civilizações dissidentes. Penso no “Mad Max” quando penso nisto, mas não é muito estranho estar a pensar nisso agora. Será que vão permitir que existam, Dra. Rima?
RL: Eu duvido. Têm forças e armas superiores, e aparelhos com sensores térmicos, podem induzir vários estados de não funcionalidade a partir de aparelhos aéreos por cima. Não. Claro que não vão permitir. Então, nos EUA, estamos bastante conscientes das armas e, então, ouvi muita gente dizer que tem as suas armas. “O que vai fazer depois de lhe queimarem os olhos com frequências eletromagnéticas? Atiram contra o som dos intrusos?” “Como vai lidar com isto? Seja realista.” A nossa esperança é a investigação e a partilha de informações de que estamos a falar e a clara parcialidade que não se trata de ser amável ou comunicar melhor ou ficarmos amigos de pessoas que acham outra coisa diferente. Isto é um holocausto intencional de proporções que nunca vimos que temos de assumir a responsabilidade de parar da mesma forma que você e os seus colegas e eu e os meus colegas impedimos, por enquanto, doze das treze revisões dos EUA. – Sim. O Regulamento Sanitário Internacional. E foi preciso um enorme esforço a nível mundial e conseguimo-lo e podemos voltar a conseguir vezes sem conta desde que queiramos trabalhar uns com os outros, seguir o rumo e não perder de vista o que está em jogo. Está em jogo o nosso genoma e a nossa existência enquanto seres humanos.
MZ: Sem qualquer dúvida. Isso é poderoso, Dra. Rima. Tem tanta razão e não importa o quão cansadas estão as pessoas, pois dizem que estão cansadas e exaustas por ser derrota atrás de derrota e eu digo que não importa o quão cansados estão. Se não continuarmos a lutar contra isso, estamos acabados.
Marido foi assassinado
RL: – Querem-nos cansados. – Claro. Querem-nos esgotados e derrotados pois é muito mais fácil exterminar-nos e subjugar-nos nesse estado. Sabe? O meu marido foi assassinado. Sendo um líder nesta área. E foi por duas razões: uma foi para calá-lo. E a outra foi para me calar, pois quem nos conhecia sabia que estávamos tão… … interligados que era razoável assumir que se se livrassem de um, o outro iria sucumbir. Bem, não foi bem assim. Mas isso é doloroso, é horrível, mas isso diz-me que acertei no alvo, é por isso que recebemos críticas e é aí que temos de estar. É aí que você está. É onde quem fará a diferença tem de estar, e têm de se apoiar uns aos outros, tal como me apoia convidando-me para estar no seu programa e vice-versa. Isto é uma luta pela existência da humanidade tal como a conhecemos.
MZ: Lamento muito a sua perda, Dra. Rima. – Obrigada. – Inspira-me muito, genuinamente. E a sua coragem para continuar e continuar a incentivar os outros a continuarem, apesar da história da sua vida, é inacreditável.
RL: Obrigada. Tenho cães grandes por um motivo e aprendi a disparar uma arma. Nunca pensei fazer isso. Até sou uma boa atiradora, afinal. Isso é uma surpresa. Sempre disse não às armas, que era nojento. Não. Se vêm para cima de mim. Foi assim que percebi, Maria. Se eu premir o gatilho, uma das pessoas na ponta de uma das armas vai estar morta e voto para que seja a outra pessoa.
MZ: Não temos a segunda emenda aqui na Austrália. Eu sei disso. Mas eu apoio totalmente quaisquer leis dos EUA para as pessoas se protegerem contra governos tirânicos, pois é para isso que têm a segunda emenda. Correto. Nós abdicámos das nossas armas e é por isso que digo muitas vezes que os EUA são o último bastião, pois ainda têm a capacidade de lutar contra governos tirânicos se chegar a esse ponto. Aqui não temos isso. Aqui temos uma população imensamente controlada, pessoas que estão cegas, pessoas muito obedientes, na sua maioria, Dra. Rima. – Sim.
Tentar acordar as pessoas
MZ: Então, temos de duplicar os esforços para acordar estas pessoas antes de se perder tudo.
RL: Mas tiveram mais de um milhão de pessoas em Brisbane, não foi? – Em Camberra. – A dizerem não. Foi em Camberra? Cerca de meio milhão. – Muito bem. – Foi cerca de meio milhão. – É muita gente. – A dizerem não. – Sim. – Não, não, não. Sim. E isso é tão importante, tal como na Nova Zelândia, um país com muita pouca gente, mas havia pessoas suficientes para fazerem barulho, a dizerem não e a lembrar as pessoas de que “não” é a palavra do dia. Não é “sim”. É “não”. Porque se valorizamos a nossa vida, se valorizamos a nossa liberdade, a capacidade de os seres humanos pensarem e se reproduzirem e comunicarem livremente enquanto seres humanos, a palavra tem de ser “não”.
MZ: Sem dúvida. Muito obrigada, Dra. Rima. Já coloquei aqui o link, www.opensourcetruth. com. Também colocarei o link do podcast e o Rumble. – Obrigada. – Para saberem onde encontrá-la. Peço a todos que estejam a ver para partilharem esta entrevista. A Dra. Rima tem um vasto conhecimento. Ela deu-nos o historial sobre estes psicopatas e pintou um quadro completo muito importante para que todos vejam segundo a agenda deles o que espera a humanidade se não continuarmos a lutar. E, para mim, é inspiração suficiente para continuar todos os dias. Mais uma vez, Dra. Rima, muito obrigada e voltaremos a falar.
RL: Obrigada e obrigada por tudo o que está a fazer, Maria. Valorizo tanto todos nós que podemos falar livremente e apoiar-se mutuamente. – Obrigada – Ámen.




