João Almeida Lopes protegeu-se da pandemia com comprimidos de ivermectina. Trata-se de um antiparasitário dos anos 1980, que foi Prémio Nobel da Medicina em 2015.
Carlos Enes – 01/04/2025
O presidente da Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (APIFARMA) recusou tomar qualquer dose da vacina contra a covid-19. Durante a pandemia, nunca escondeu esse facto a amigos e conhecidos. João Almeida Lopes assumiu ter dúvidas quanto à eficácia e receios sobre a segurança de produtos introduzidos no mercado num tempo recorde, sem a bateria de estudos obrigatória em condições normais. Contactado esta semana pelo SOL, declinou fazer qualquer comentário.
O presidente da APIFARMA recomendava aos seus interlocutores uma alternativa às vacinas: comprimidos de ivermectina, para profilaxia e tratamento dos primeiros sintomas de covid-19. Trata-se de um fármaco antiparasitário reconhecido como melhor arma contra a pandemia por muitos médicos em todo o mundo. A sua descoberta, nos anos 1970, valeu aos investigadores o prémio Nobel da Medicina de 2015. Ainda hoje faz parte da lista de 100 medicamentos essenciais da Organização Mundial de Saúde (OMS).
João Almeida Lopes não é o único. Outros altos responsáveis da indústria farmacêutica, assim como muitas dezenas de médicos, recusaram inocular-se com vacinas mRNA, tecnologia há muito desenvolvida pela indústria farmacêutica, mas nunca antes posta em circulação. A ideia de que quem não se vacinou é ‘ignorante’ ou ‘negacionista’ é falsa e disparatada. Muitos profissionais com conhecimentos científicos acima da média tomaram convictamente essa opção. O SOL conhece vários grupos da rede social WhatsApp – participados por dezenas de médicos – onde os cancros de evolução rápida na população jovem e as mortes súbitas de crianças e desportistas são considerados suspeitos de decorrerem de reações adversas.
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