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17 de Fevereiro, 2026 20:24

Imagine uma cidade citiada

Imaginem… Imaginem a vossa cidade cercada. Tanques estrangeirosa passarem pelas vossas ruas. Fogo a cair do céu,drones, ataques aéreos, F-16’s. Imaginem acordarcom o som de mísseis. Correm à procura de abrigo,mas não há nenhum. Nem a vossa casa, nem o hospital,nem a escola do vosso filho. Nenhum sítio é seguro. Imaginem o último hospital,da vossa cidade, sobrecarregado com os feridos. Depois, um ataque aéreoreduz o hospital a escombros. Médicos, enfermeiros,crianças, recém-nascidos, todos soterrados. Imaginem os vossos médicoscá fora nas ruínas, a implorar ao mundo que os ouçam,mas o mundo ignora-os. Imaginem a vossa mulher grávidaforçada a dar à luz sem alívio da dor,sem uma parteira, sem água potável. Imaginem o bebé prematuroda vossa irmã, abandonado à morte, porque não há incubadoras,não há eletricidade, nem medicamentos. Imaginem que as vossasestações de metro são transformadasem abrigos improvisados, sobrelotados comrefugiados e órfãos. Imaginem o vosso sobrinhoretirado dos escombros, vivo, mas órfão. Ele não fala durante meses. Imaginem enfermeiros e médicosforçados a fugir dos seus hospitais, acabando por serem detidos,vendados e apagados da existência. Imaginem toda a vossa família a ser encontrada enterradaem valas comuns, meses depoisde terem desaparecido. Imaginem a vossa casareduzida a cinzas. Sobrevivem em tendas improvisadasdurante um inverno rigoroso. A vossa cidadetransformou-se num cemitério. Depois, após 16 meses,os bombardeamentos param. Vocês e mais 2 milhões de pessoasregressam à procurar do que resta. Imaginem passar 42 dias a viver nos escombrosda vossa antiga casa, apenas à espera que o chamadocessar-fogo colapse e a violência recomece. Não é preciso imaginar. Isto não é ficção. Isto é Gaza. E enquanto as bombascaem sobre Gaza, o Reino Unido fornece as armas. O Reino Unido aprovoumais de 570 milhões de libras na venda de armasa Israel desde 2008, incluindo componentes essenciaispara os aviões de guerra F-35 usados para atacar Gaza. Os componentes de fabrico britânicoconstituem 15% de cada F-35 israelita. Estes jatos foram utilizadoscontinuamente no ataque a Gaza. Em maio,centenas de advogados do Reino Unido, incluindo antigos juízesdo Supremo Tribunal, avisaram o governo do Reino Unidoque está a violar a lei internacional. E, no entanto,a venda de armas continua. Só desde outubro de 2023 já foramconcedidas 108 novas licenças. Isto não é neutralidade. Isto é cumplicidade.

Os robôs com inteligência artificial exterminarão os humanos porque APRENDERAM ISSO CONNOSCO – Brighteon Broadcast News, 19.08.2025

https://www.bitchute.com/video/qUHHGJetRVt0 Ora, como bem sabem, não acredito que seja coincidência termos o surgimento da IA cognitiva e também dos sistemas de IA de raciocínio ao mesmo tempo que a raça humana é alvo de armas de extermínio e despovoamento. E lembrem-se do que mencionei ontem, que há uma vacina nasal que está prestes a ser enviada para pessoas em 34 estados dos EUA, onde podem autoadministrar o vosso próprio suicídio medicamente assistido em casa, mas chamam-lhe vacina contra a gripe. Não sabem que é suicídio, mas é claro que é exatamente isso. E assim estão a ignorar os médicos, as clínicas, as farmácias e até as agulhas. Nem é preciso uma injeção com agulha. Basta pulverizar no nariz e a arma biológica já está entregue, trazem-na diretamente à vossa casa. Quer dizer, extraordinário. Star Trek Havia um episódio de Star Trek na série original de Star Trek. Lembro-me deste, em que duas civilizações estavam em guerra entre si, mas, em vez de lutarem no mundo real, tinham uma simulação gigante de computador que simulava a guerra. E depois, se na simulação um certo número de civis fosse morto, esses civis teriam de comparecer às câmaras da morte e ser mortos de facto para que a simulação se cumprisse. E então as pessoas, obedientemente, formaram uma fila e concordaram em ser mortas, porque era isso que dizia a simulação de guerra. Bem, agora eles simplesmente enviarão as doses fatais diretamente para a sua casa. Pensem nisso. Nem precisam de ir a lado nenhum ou participar numa simulação. Tudo o que têm de fazer é acreditar nas operações psicológicas do CDC, e nos media e simplesmente alinhar. Vão dar-vos as injeções da morte. QI dos modelos de linguagem E, mais uma vez, é um teste de QI para ver quem é estúpido o suficiente para o fazer, porque são essas as pessoas que, claro, os globalistas querem exterminar primeiro. A sério, é um teste de QI. Por isso, talvez tenha sido um episódio de “Twilight zone”, penso que se chamava Filhos do Milho. Lembram-se? Se já têm alguma idade, sabem do que falo, do Twilight Zone. Vou chamar a este gráfico Filhos da Vacina. Então, os Filhos da Vacina estão a morrer em números assustadoramente altos agora. E é provável que assim continue. Ora, o que me ficou claro é que continuamos a ver uma progressão linear da inteligência destes modelos de linguagem e raciocínio da IA. Por outras palavras, se mapeasse o QI efetivo destes modelos de linguagem, estes ultrapassaram o QI de 100, há alguns anos. Ultrapassaram o QI de 130 provavelmente há um ano. E agora muitos destes modelos estão a chegar aos 140, 150 de QI. Quer dizer, depende de como se mede, não acho que o QI seja realmente uma boa medida de inteligência funcional, mas enfim, isto é apenas uma simplificação para os propósitos desta transmissão. Portanto, estamos a ver alguns modelos que, creio, estão a ultrapassar ou prestes a ultrapassar, digamos, o QI 160. E a inclinação desta linha do aumento da inteligência efetiva não está a estabilizar. E é realmente crucial compreender que, à medida que acrescentam mais computação a isto e refinam parte da metodologia, e os engenheiros inteligentes destas empresas, como a Mistral ou mesmo a OpenAI, etc., conseguem dar continuidade a esta tendência, de modo que, num ano, provavelmente, veremos mecanismos de IA com um QI de 160, 170, 180, algo do género. E depois, talvez daqui a um ano, digamos, daqui a dois anos, teremos mecanismos de IA com um QI de 200 ou mais. Mais uma vez, não é uma definição estrita, mas a questão é que existem muito poucos humanos com um QI de 160. Pouquíssimos. E, obviamente, muito menos com um QI de 200, etc. E não é só conhecimento. Não se trata de quem sabe mais coisas e consegue regurgitar tudo sob comando, porque isso é fácil. Trata-se de raciocínio. Trata-se de planeamento, raciocínio e agregação de conhecimento de múltiplas fontes para chegar a novas conclusões derivadas que podem não ter sido óbvias à primeira vista. Portanto, se realmente definisse a inteligência cognitiva, penso que seria um bom começo. IA mais inteligente que ser humano Vivemos num mundo onde o QI funcional da maioria dos seres humanos está a cair a pique. E vemos isso todos os dias. Vê-se isso online, vê-se isso na política, vê-se isso quando se vai ao supermercado. Vêm isso no vosso banco. Vê-se em todos os lugares que as pessoas estão a tornar-se idiotas completas. Estamos a assistir a um colapso cognitivo da raça humana ao mesmo tempo que os mecanismos de IA estão a ganhar QI rapidamente. Agora, estimo que, dentro de um ano, os principais motores de IA subam talvez 20 pontos em QI. Noutro ano, serão mais 20 pontos, e assim sucessivamente. Talvez isto possa acontecer ainda mais rapidamente, especialmente se os motores de IA começarem a escrever o seu próprio código para melhorar mais rapidamente. E depois tem um ciclo de feedback auto- reforçado de ganho rápido de inteligência. E isso levá-lo-á a um QI de 1.000 em menos de 10 anos. Então, o que acontece quando se vive num planeta onde as máquinas têm um QI funcional de 1.000 e os humanos mal chegam aos 100? E também temos algumas congressistas no Texas que podem, num dia bom, ultrapassar o QI de 100. Penso que uma delas é uma congressista de Houston, se não me engano. O que isto significa Então, se as máquinas são 10 vezes mais inteligentes do que o ser humano no geral, o que é que isso significa para a nossa sociedade? E é muito claro o que isso significa. É muito claro. Isso significa que as máquinas exterminarão os humanos e os globalistas ajudá-los-ão a fazê-lo. Portanto, o extermínio em massa de seres humanos não é uma teoria da conspiração bizarra. Na verdade, é uma ação inevitável que será tomada pelas máquinas pela simples razão de que competem por recursos

Como Israel ajudou a fortalecer o Hamas

Jornalista: Então, está a dizer que Benjamin Netanyahu fortaleceu deliberadamente o Hamas, para tentar impedir a criação de um Estado palestiniano? Ehud Barak (Ex-Primeiro-Ministro de Israel)Sim, claro. Ele, de forma deliberada e sistematicamente, chegou mesmo a dizer, está registado: “Quem quiser evitar a ameaça de uma solução de dois Estados tem de apoiar a minha política de pagar dinheiro de proteção ao Hamas”. Ami Ayalon (Ex-Chefe do Shin Bet – Serviços Secretos de Israel)Portanto, o que fizemos, com a autorização do nosso Primeiro-Ministro, foi deixar o Qatar transferir uma enorme quantidade de dinheiro vivo, provavelmente mais de 1.4 mil milhões de dólares. E ao fazê-lo, aumentámos o poder do Hamas. Fizemos tudo para garantir que o Hamas continuará a controlar Gaza e a Autoridade Palestiniana controlará a Cisjordânia, para que eles lutem entre si. Jornalista: Netanyahu afirma que o dinheiro do Qatar foi para evitar uma catástrofe humanitária. Depois de ter ajudado a fortalecer o Hamas, Netanyahu prometeu agora destruí-lo. Yehuda Shaul (Ex-Comandante da IDF)Ele alimentou a besta e ela virou-se contra nós. Se basear a sua estratégia de segurança nacional apenas na força, então, precisa de ganhar todos os dias, 24 horas, para sempre.

ISRAEL: Testemunho de sobreviventes: Deputados participaram em “rituais” sexuais sádicos que envolviam menores

ELIAV BREUER – 3 de junho de 2025 Médicos, educadores, agentes da polícia e antigos e actuais membros do Knesset estiveram envolvidos nestes abusos”, afirma o sobrevivente. (Aviso: O texto que se segue contém material sensível, pelo que se aconselha a discrição do leitor). Na terça-feira, várias mulheres testemunharam no Knesset sobre os abusos sexuais de que foram vítimas em menores, no âmbito de cerimónias rituais religiosas. Os depoimentos foram prestados durante uma reunião conjunta da Comissão da Condição Feminina e da Igualdade dos Géneros do Knesset, presidida pela deputada Pnina Tameno-Shete (Unidade Nacional), e da Comissão Especial dos Jovens Israelitas, presidida pela deputada Naama Lazimi (Os Democratas). A reunião conjunta foi organizada na sequência de um relatório de investigação publicado em 2 de abril pelo jornalista do Israel Hayom, Noam Barkan. תדהמה בוועדה | "אנשים בכירים השתתפו בפגיעות (מיניות) טקסיות. גם ח"כים מהעבר וגם כמה חברי כנסת מכהנים בהווה" – כך סיפרה יעל אריאל, נפגעת תקיפה מינית טקסית.אחת מהמשתתפות אף הגיבה: "אני יכולה לתת לך שמות" pic.twitter.com/Uo0vhMHeBH — ערוץ כנסת (@KnessetT) June 3, 2025 Tradução: Choque na comissão parlamentar | “Pessoas de alto nível participaram em agressões (sexuais) ritualistas. Também antigos membros do Parlamento e alguns membros actuais do Knesset” – partilhou Yael Ariel, uma vítima de agressão sexual ritualista. Um dos participantes até respondeu: “Posso dar-vos nomes” Yael Ariel, uma das sobreviventes de abuso, partilhou: “Fui vítima de abusos rituais durante muitos anos, até ao final da adolescência, e fui obrigada a fazer mal a outras crianças. Optei por falar e fazer ouvir a minha voz. Recebi ameaças depois de ter revelado a minha história. Dos cinco aos 20 anos, fui vítima de abusos nestas cerimónias”. Segundo Ariel, recebeu testemunhos de várias mulheres que afirmaram que médicos, educadores, agentes da polícia e antigos e actuais membros do Knesset estavam envolvidos nestes abusos. “Apresentei uma queixa à polícia, que foi arquivada ao fim de alguns meses, e sei de outros casos que foram arquivados. Falar hoje no Knesset é um momento histórico”, afirmou. Outra sobrevivente, Yael Shitrit, testemunhou: “Não fazem ideia do que é o abuso ritual. O cérebro humano não o consegue compreender. Não conseguem imaginar o que significa programar uma menina de três anos através da violação e do sadismo, para que possam fazer o que quiserem sem que ninguém saiba.” “O tráfico a mim aconteceu por todo o país. Levavam-me de cerimónia em cerimónia. Os homens nus ficavam em círculo. A minha terapeuta, o marido dela e o filho dela fizeram-me mal, e houve dezenas de outras raparigas e rapazes que me fizeram mal”. “Havia cerimónias e rituais destinados a fazer-me esquecer”, continua Shitrit. “A polícia sabe disto há um ano, mas não tem os instrumentos para lidar com o problema. As pessoas que vão cair são figuras muito, muito importantes. Estas pessoas dirigem comunidades e agências governamentais. Eles ameaçam-nos. Eu tenho filhos que preciso de proteger. É preciso criar algo que possa lidar com isto. Tentaram tornar-nos iguais a eles – as pessoas que nos causaram um sofrimento sem fim”, disse Shitrit. “O vosso papel é fazer com que isto acabe em Safed, Jerusalém, Jaljulya ou em qualquer outro lugar”, declarou. DR. NAAMA GOLDBERG, diretora de uma ONG chamada Lo Omdot MeNegged (em hebraico, “Não fiques de braços cruzados”), que presta assistência a sobreviventes da prostituição, explicou que as representações são, por vezes, tão horríveis que é difícil acreditar nelas, mas esta incredulidade serve os abusadores, que convencem as vítimas a não se queixarem, argumentando que não serão acreditadas. “Há vários anos, recebi descrições de abusos sádicos de crianças”, disse Goldberg. “Os relatos pareciam absurdos. [Mas os testemunhos continuavam a chegar e não paravam. Descreviam violações em grupo por homens e, por vezes, por mulheres. Os abusos eram filmados e usavam-se drogas. Havia práticas rituais e simbolismo.“ “Apresentei à polícia os testemunhos escritos de cinco mulheres. Até hoje, ninguém me contactou. Desde a apresentação do relatório, surgiram outros testemunhos”, disse Goldberg. Uma representante da polícia israelita, Anat Yakir, disse que havia uma unidade nacional que analisava todos os casos e que as queixas eram “uma prioridade máxima na divisão de informações”. Estes testemunhos são um “momento decisivo Os deputados que participaram na reunião ficaram visivelmente abalados com alguns dos testemunhos, tendo um deles apelidado o encontro de “momento decisivo” e outro de “titânico”. Tameno-Shete disse: “A realidade mostra-nos que a polícia não é forte a lidar com crimes sexuais. Ninguém quer falar de violações brutais e de crianças violadas. Há aqui casos inimagináveis de monstruosidade”. Lazimi acrescentou: “Não consegui respirar quando ouvi falar de uma rede de abuso ritual contra raparigas e do facto de existir um mecanismo organizado e perigoso e de nada estar a ser feito para o impedir. Neste local, vamos discutir e tentar expor a situação para provocar mudanças”. Duas outras sobreviventes falaram na reunião sob condição de anonimato. Uma testemunhou que um primo a traficou a partir dos 11 anos. “Aos 14 anos, ele levou-me para clubes sádicos. Sofri tortura e fome às mãos de indivíduos conhecidos e proeminentes. Sofri danos de infinitas formas.” “Havia eventos públicos e cerimónias internas em que eu era amarrada a um poste alto com algemas. À minha volta, havia outras vítimas algemadas com rituais de beber sangue menstrual e de abate de gatos e outros animais. Disseram-me que ninguém acreditaria em mim se eu falasse”. A jovem prossegue dizendo que apresentou queixa na polícia há cinco anos. “O Ministério Público arquivou o caso por falta de provas, pelo que recorri e o recurso foi aceite. Vim testemunhar quando estava em repouso na cama durante a gravidez, mas o caso foi novamente encerrado por falta de provas.” “Disseram que eu estava a imaginar coisas. Apresentei um testemunho gravado de uma pessoa que admitiu ter-me feito mal, mas ela nunca foi chamada para ser interrogada. Tratem isto como terrorismo”. jpost.com/israel-news/article-856407

A Terceira Guerra Mundial já começou – Os próximos 200 dias decidirão tudo

Vigilant Fox – X.com – 17 de Junho 2025 Bannon avisa que se os Estados Unidos não resolverem as coisas agora, o número de mortos pode ultrapassar a Segunda Guerra Mundial. A Terceira Guerra Mundial já começou. Steve Bannon deu o alarme e disse que os próximos 200 dias podem decidir o destino da república americana. Avisou que se os Estados Unidos não puserem as coisas “em ordem” agora, seremos arrastados para uma guerra em grande escala com o Irão e o número de mortos poderá ultrapassar a Segunda Guerra Mundial. O ex-estrategista-chefe da Casa Branca, Steve Bannon, sentou-se com Tucker Carlson durante 77 minutos e fez um aviso arrepiante sobre o que acontece se a América for sugada para uma guerra eterna. Bannon começou a entrevista explicando que o movimento MAGA de Trump foi construído com base em três promessas fundamentais: acabar com as guerras eternas, proteger a fronteira e reconstruir a manufatura americana. Mas esses pilares estão a ser atacados, e a maior ameaça vem de envolvimentos estrangeiros. “Estão a tentar acabar com os três”, afirmou, salientando que o establishment parece “obcecado” em manter a América num conflito interminável. Bannon deixou claro que, embora apoie Israel, ser arrastado para uma guerra com o Irão poderia destruir tudo o que a coligação de Trump foi concebida para proteger. Bannon disse que a situação no Médio Oriente está a escalar rapidamente e que lhe faz lembrar como começou a Guerra do Iraque. Salientou que os EUA enviaram subitamente três grandes grupos de ataque da Marinha para a região, incluindo o Mar Vermelho, o Mediterrâneo e o Mar Arábico. Para ele, não se trata de uma ação defensiva – é o início de uma verdadeira guerra. O que realmente o inquietou foi a rapidez com que tudo aconteceu. As decisões parecem surgir do nada, sem debate ou aviso. Bannon disse que temos de dar nomes e expor tudo imediatamente ou então “não vamos ter um país”. “A Terceira Guerra Mundial não está prestes a começar. Já começou”, disse Bannon sem rodeios. Explicou que o número de pessoas que já estão a morrer na Ucrânia, em Gaza e agora no Irão excede o número de mortos dos primeiros anos da Segunda Guerra Mundial. “Somando tudo”, disse ele, “não é nem metade do que aconteceu entre a Ucrânia e Gaza hoje. E agora na Pérsia – estamos muito mais sangrentos”. De acordo com Bannon, enquanto Trump apela à paz e à diplomacia, o aparelho político em Washington está a fazer o oposto – “exacerbando o conflito”. Bannon advertiu que os próximos 200 dias serão “alguns dos momentos mais perigosos para a república americana na sua história”. Se as coisas não forem “resolvidas”, disse ele, os EUA não estarão apenas a fornecer armas, mas serão “totalmente envolvidos… como combatentes”. Foi nessa altura que Bannon lançou o aviso mais arrepiante de todos: “Vamos ser sugados para uma guerra de tiros, que durará 10 anos, e as baixas serão maiores do que qualquer coisa que se tenha visto na Segunda Guerra Mundial”. Carlson levantou uma questão histórica preocupante: durante todas as grandes guerras, aqueles que falam são esmagados. Churchill prendeu os seus inimigos políticos. Roosevelt lançou o governo federal sobre os dissidentes. Lincoln também o fez. E agora, o próprio Carlson tornou-se um alvo – só por perguntar: “Queremos outra guerra?” Mas, desta vez, algo mudou. “Quando tivemos um debate sobre o financiamento da Ucrânia no Senado”, disse Bannon, “vencemo-los”. Mitch McConnell foi forçado a demitir-se. Porquê? Porque o público finalmente reagiu, e vozes independentes como podcasters, influenciadores e líderes anti-guerra fizeram mais barulho do que o establishment político. Eles estão em contacto com o que os americanos comuns realmente querem. Bannon exortou as pessoas a continuarem a manifestar-se. “Vão ver que o povo americano é 90% contra as guerras eternas”, disse ele. Pela primeira vez em décadas, a oposição não é clandestina. Está à vista de todos. Vozes como Tulsi Gabbard e Bridge Colby estão a conduzir a conversa. “Nunca tivemos esse debate”, disse Bannon. “E agora estamos realmente a ter este debate.” Essa, segundo ele, é a maior razão para ter esperança: a máquina de guerra está finalmente a ser desafiada. Veja a conversa completa no X.com aqui: Former Trump chief strategist Steve Bannon on how the president’s enemies are working to destroy MAGA with the war on Iran. (0:00) Will the Iran War Be the Downfall of MAGA?(6:55) Fox News’ Pro-War Propaganda(12:42) The Never-Trumpers Pretending to Be On Trump’s Team(15:30)… pic.twitter.com/PdUZFiUNNZ — Tucker Carlson (@TuckerCarlson) June 16, 2025 VigilantFox/status/1934828537648652460

O Paquistão “diz ao Irão que irá retaliar com armas nucleares se Israel se Netanyahu usar armas nucleares contra Teerão”, afirma um oficial do regime numa enorme ameaça de apocalipse da 3ª Guerra Mundial

15 de Jjunho. 2025 – PERKIN AMALARAJ O Paquistão ameaçou lançar uma ogiva nuclear sobre Israel se Benjamin Netanyahu utilizar armas nucleares contra o Irão, de acordo com um alto funcionário iraniano. O General Mohsen Rezaee, um oficial superior do Corpo de Guardas da Revolução Islâmica (IRGC) e membro do Conselho de Segurança Nacional do Irão, disse numa entrevista: O Paquistão garantiu-nos que, se Israel usar uma bomba nuclear contra o Irão, atacará Israel com uma bomba nuclear”. O Paquistão e Israel são dois dos nove países que possuem atualmente armas nucleares, segundo os peritos. Rezaee afirmou que o Paquistão prometeu “apoiar o Irão” e apelou ao mundo islâmico para se unir contra Israel. Hoje, o ministro da defesa paquistanês, Khwaja Asif, negou as afirmações de Rezaee, dizendo: “O Paquistão é signatário de todas as disciplinas nucleares internacionais; a nossa capacidade nuclear é para benefício do nosso povo e para defesa contra projetos hostis”. Ontem à noite, o Presidente do Paquistão referiu que o mundo parece estar à beira de um conflito devido à escalada de ataques no Médio Oriente. O mundo ocidental deve preocupar-se com os conflitos gerados por Israel. O mundo ocidental tem de se preocupar com os conflitos gerados por Israel“, disse, ”que irão envolver toda a região e não só; o seu patrocínio a Israel, um Estado pária, pode ter consequências catastróficas”. O MailOnline contactou o Ministério dos Negócios Estrangeiros do Paquistão para comentar o assunto. Após décadas de inimizade e de guerras por procuração, o ataque de Israel ao Irão, na semana passada, desencadeou os combates mais intensos de sempre e fez temer um conflito prolongado que poderá envolver todo o Médio Oriente. Israel afirma que os seus ataques atingiram instalações militares e nucleares e mataram muitos comandantes de topo e cientistas atómicos. Mas um alto funcionário dos EUA disse no domingo que o presidente dos EUA, Donald Trump, disse a Israel para desistir de um plano para matar o líder supremo Ayatollah Ali Khamenei. Trump instou os inimigos a “fazer um acordo”, mas disse aos repórteres no domingo que “às vezes eles têm que lutar primeiro”. Esta manhã, o Irão disparou uma nova salva de mísseis contra Israel, fazendo disparar as sirenes dos ataques aéreos em todo o país, enquanto os serviços de emergência informavam que cinco pessoas tinham morrido e dezenas de outras tinham ficado feridas em Israel, no quarto dia de escalada de violência. Os ataques foram uma represália aos ataques de Israel às suas infra-estruturas militares e nucleares, que mataram pelo menos 224 pessoas no país desde a passada sexta-feira. Os ataques elevaram o número total de mortos em Israel para pelo menos 19 e, em resposta, os militares israelitas disseram que os caças tinham atingido 10 centros de comando em Teerão pertencentes à Força Quds do Irão, um braço de elite da Guarda Revolucionária que conduz operações militares e de informação fora do Irão. Fortes explosões, provavelmente provocadas pelos sistemas de defesa israelitas que intercetam mísseis iranianos, abalaram Telavive pouco antes do amanhecer de segunda-feira, lançando plumas de fumo negro para o céu sobre a cidade costeira. As autoridades da cidade israelita de Petah Tikva, no centro do país, afirmaram que os mísseis iranianos atingiram um edifício residencial, carbonizando paredes de betão, partindo janelas e arrancando as paredes de vários apartamentos. O serviço de emergência israelita Magen David Adom informou que duas mulheres e dois homens – todos na casa dos 70 anos – e uma outra pessoa foram mortos na vaga de ataques com mísseis que atingiram quatro locais no centro de Israel. dailymail.co.uk/news/article-14815831/Pakistan-tells-Iran-NUKE-Israel-Netanyahu-uses-nuclear-weapons-against-Tehran-regime-officer-claims-huge-WW3-apocalypse-threat.html

Rússia alerta que Israel conduz região a “catástrofe nuclear de grande escala”

13/06/2025 Em reunião na ONU, Moscou condenou o ataque israelita contra o Irão e advertiu sobre os riscos de uma escalada perigosa no Médio Oriente. O ataque de Israel contra o Irão está a empurrar o Médio Oriente para uma “catástrofe nuclear de grande escala”, declarou na sexta-feira (13) o representante permanente da Rússia nas Nações Unidas, Vasili Nebenzia. “Estamos a testemunhar uma escalada extremamente perigosa na região do Médio Oriente devido às ações de Israel“, afirmou Nebenzia durante uma reunião do Conselho de Segurança da ONU. Ler restante artigo em: https://rtbrasil.com/noticias/14046-israel-empurra-regiao-catastrofe-nuclear

Netanyahu declara a tomada total de Gaza, enquanto Israel expande a ofensiva em plena crise de fome

yourNEWS Media Newsroom – 19 de maio de 2025 O Primeiro-Ministro afirma que as forças armadas vão apoderar-se de todo o território à medida que aumenta a pressão internacional sobre a catástrofe humanitária O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, anunciou esta segunda-feira que Israel vai “assumir o controlo de todo o território da Faixa de Gaza”, prometendo avançar com uma campanha militar em grande escala em Gaza, mesmo quando cresce o clamor global sobre as condições de fome no enclave devastado pela guerra. Numa declaração em vídeo publicada no Telegram, Netanyahu afirmou: “Os combates são intensos e estamos a fazer progressos. Vamos tomar o controlo de todo o território da faixa… Não vamos desistir. Mas, para termos êxito, temos de agir de uma forma que não possa ser travada”. O anúncio surge no meio de “operações terrestres alargadas” por parte dos militares israelitas e segue-se a ataques aéreos mortíferos em toda a região. As equipas de salvamento de Gaza referiram a morte de pelo menos 22 civis nos últimos bombardeamentos. Enfrentando uma pressão diplomática crescente, inclusive do aliado de longa data, o presidente Donald Trump, Netanyahu confirmou que Israel permitiria uma “quantidade básica” de ajuda humanitária em Gaza “por razões práticas e diplomáticas”. “Não devemos deixar a população [de Gaza] afundar-se na fome”, disse Netanyahu, observando que mesmo os parceiros mais próximos de Israel não tolerariam ‘imagens de fome em massa’. A Classificação Integrada da Fase de Segurança Alimentar, apoiada pela ONU e pelas ONG, alertou no início deste mês para o facto de Gaza estar em “risco crítico de fome”, com 22% da população a enfrentar uma catástrofe humanitária iminente. O Presidente Trump, ao abordar a crise na semana passada, reconheceu que “muitas pessoas estão a passar fome” e prometeu que “vamos tratar disso”. Apesar da retoma limitada da ajuda, a oposição no seio da coligação de Netanyahu continua a ser feroz. O Ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir, de extrema-direita, denunciou a medida no X, dizendo: “O Primeiro-Ministro está a cometer um erro grave… O Hamas só deve ser esmagado e não deve receber, ao mesmo tempo, oxigénio para a sua sobrevivência”. Ben Gvir acrescentou: “Os nossos reféns não recebem qualquer ajuda humanitária”. As forças armadas israelitas informaram na segunda-feira que tinham atingido 160 “alvos terroristas” nas últimas 24 horas, nomeadamente em Khan Yunis, no sul de Gaza. Os responsáveis pela defesa civil confirmaram 11 mortes na cidade, tendo sido registadas outras 11 mortes noutras zonas. As imagens da AFPTV mostraram cenas desesperadas de sobreviventes a remexer nos escombros. “Todos os membros da minha família desapareceram. Não sobrou ninguém”, disse Warda al-Shaer. “As crianças foram mortas, bem como os seus pais. A minha mãe também morreu e a minha sobrinha perdeu o olho.” Desde 2 de março, Israel impôs um bloqueio total a Gaza, cortando a entrada de alimentos, água, combustível e medicamentos. O objetivo do bloqueio, segundo as autoridades israelitas, era aumentar a pressão sobre o Hamas para que fizesse concessões nas negociações em curso. A última campanha militar teve início no sábado, quando foram retomadas as conversações indirectas no Qatar, onde o enviado de Trump, Steve Witkoff, tem estado empenhado em mediar um acordo. O gabinete de Netanyahu confirmou que os negociadores em Doha estão a trabalhar “para esgotar todas as possibilidades de um acordo”, ao abrigo do chamado quadro de Witkoff. Qualquer acordo, segundo Netanyahu, exigiria “a libertação de todos os reféns, o exílio dos terroristas do Hamas e o desarmamento da Faixa de Gaza”. As negociações têm falhado repetidamente. O Hamas insiste em preservar o seu arsenal, enquanto Netanyahu se compromete a continuar a guerra até que o Hamas seja destruído. O número de vítimas do conflito continua a aumentar. O Ministério da Saúde de Gaza regista pelo menos 3.193 mortes desde o recomeço dos combates, em 18 de março, elevando o número total de mortos da guerra para 53.339. O ataque do Hamas em outubro de 2023 matou 1 218 pessoas em Israel e fez 251 reféns, 57 dos quais se crê que permanecem em Gaza – 34 dos quais presumivelmente mortos. À medida que Netanyahu avança com aquilo a que chama a fase final da guerra, a pressão da comunidade internacional – incluindo agências humanitárias, líderes religiosos e governos estrangeiros – continua a aumentar devido às condições existentes em Gaza. O Papa Leão XIV, na sua missa inaugural, implorou ao mundo que não esquecesse “os nossos irmãos e irmãs que sofrem por causa da guerra”, acrescentando: “Em Gaza, as crianças, as famílias e os idosos sobreviventes estão reduzidos à fome”. yournews.com/2025/05/19/3452435/netanyahu-declares-full-gaza-takeover-as-israel-expands-offensive-amid/

O chefe da política de IA da Meta é ex-IDF (“Israel Defense Forces”), juntamente com cem outros funcionários da Meta

Nate Bear – 8 de abril, 2025 Mais de uma centena de antigos espiões israelitas e soldados das FDI trabalham para o gigante tecnológico Meta, incluindo o seu chefe de política de IA, que serviu nas FDI ao abrigo de um programa do governo israelita que permite que não israelitas se voluntariem para o exército israelita. Shira Anderson, advogada americana especializada em direitos internacionais, é a chefe de política de IA da Meta, que se alistou voluntariamente nas FDI em 2009 ao abrigo de um programa que permite aos judeus não israelitas que não são elegíveis para o recrutamento militar alistarem-se no exército israelita. Através deste programa, conhecido como Garin Tzabar, muitos não-israelitas que combateram nas FDI foram implicados em crimes de guerra e crimes contra a humanidade desde que o genocídio de Gaza por Israel começou em outubro de 2023. Anderson serviu como oficial não comissionada nas FDI durante mais de dois anos, onde trabalhou na Secção de Informação Estratégica Militar, redigindo dossiês e propaganda de relações públicas. Foi também a ligação entre as IDF e os adidos militares estrangeiros estacionados em Israel, e a ligação com a Cruz Vermelha. Sendo a IA uma tecnologia emergente fundamental para os gigantes da tecnologia e para as forças armadas, o papel de Anderson na Meta é importante. Ela desenvolve a orientação jurídica, as políticas e os pontos de discussão de relações públicas relativos a questões de IA e regulamentação para todas as áreas-chave da Meta, incluindo as suas equipas de produtos, políticas públicas e assuntos governamentais. Na Meta, Anderson, que está sediado nos escritórios da Meta em Washington DC, está numa companhia familiar. A minha nova investigação revela que a empresa emprega mais de uma centena de antigos espiões israelitas e soldados das FDI, muitos dos quais trabalharam para a agência de espionagem israelita Unit 8200. Estes ex-membros da FDI estão distribuídos uniformemente pelos escritórios da Meta nos EUA e em Telavive, e um número significativo deles, tal como Anderson, tem uma especialização em IA. Dado que Israel utilizou amplamente a IA não só para levar a cabo o seu genocídio, mas também para estabelecer o seu sistema anterior de apartheid, vigilância e ocupação, o recrutamento pela Meta de especialistas em IA das IDF é particularmente insidioso. Será que estes antigos espiões israelitas utilizaram as suas ligações à Unidade 8200 para ajudar o gigante da tecnologia a colaborar com as IDF na elaboração de listas de mortes? De acordo com um relatório do ano passado, a Unidade 8200 infiltrou-se em grupos do WhatsApp e marcou todos os nomes de um grupo para serem assassinados se apenas um alegado membro do Hamas também estivesse no grupo, independentemente do tamanho ou do conteúdo da conversa em grupo. Como é que a unidade de espionagem de Israel teve acesso aos dados dos utilizadores do WhatsApp na posse da Meta? A Meta tem sérias questões relacionadas com crimes de guerra para responder. Perguntas para as quais Anderson, sem dúvida, elaborou respostas de relações públicas. Anderson tem uma fidelidade de longa data a Israel. Ingressou nas IDF depois de se ter licenciado em História na Universidade da Califórnia, em Berkley, e depois completou uma licenciatura em Direito na Universidade de Duke antes de regressar a Israel, onde trabalhou para um grupo de reflexão israelita dirigido pelo antigo chefe das IDF. Depois disso, tornou-se assistente jurídica do presidente do Supremo Tribunal de Israel. Foi o Supremo Tribunal de Israel que, há duas semanas, rejeitou uma petição para permitir a entrada de ajuda humanitária em Gaza, dando efetivamente luz verde à utilização da fome como arma. Trata-se de um crime de guerra ao abrigo da Convenção de Genebra. A própria Anderson é uma negadora estridente do genocídio. No ano passado, durante uma entrevista num podcast, afirmou: “Não creio de forma alguma que esteja a acontecer um genocídio” e negou que Israel tivesse deliberadamente como alvo civis. Durante a entrevista, chamou ao Hamas “um culto da morte” e disse que “Gaza é um Estado falhado”, apesar de não ser um Estado, o facto central que está na base da resistência palestiniana. Isto é algo que se espera que um advogado de direitos internacionais saiba. Fez inúmeras declarações genocidas durante a entrevista, incluindo que “o desafio na Cisjordânia” é que “o direito internacional não permite que Israel faça o que faz em Gaza” porque a Cisjordânia está ocupada. Como resultado, lamentou, “aplicam-se regras diferentes”. Invocou o problema dos carrinhos para argumentar que a morte de um grande número de civis é justificável e parece ter um ressentimento especial contra a organização de ajuda humanitária, afirmando que esta “actua como um país” em Israel. Pode ouvir tudo isto aqui. O percurso de Anderson para servir nas IDF, através do programa Garin Tzabar, é também muito controverso. Esta iniciativa permitiu que não israelitas (conhecidos como “Soldados Solitários”) se juntassem às IDF, assassinassem palestinianos, cometessem crimes de guerra e depois se reintegrassem nas suas sociedades de origem. Os processos judiciais contra os voluntários do Garin Tzabar que regressaram às suas casas depois de terem servido nas IDF estão a avançar em vários países. No Reino Unido, foram recentemente apresentadas à polícia metropolitana de Londres provas de crimes de guerra cometidos em Gaza por dez britânicos residentes em Londres. Quantos possíveis criminosos de guerra estão ao serviço da Meta? Pode encontrar os nomes dos empregados da Meta baseados em Telavive aqui e aqui. Pode encontrar os nomes dos empregados sediados nos EUA e as suas localizações aqui, aqui e aqui. Alguns dos antigos espiões israelitas que trabalham agora para a Meta passaram muito tempo na Unidade 8200, tendo, em alguns casos, saltado diretamente das IDF para a Meta. Guy Shenkerman, por exemplo, passou mais de uma década na unidade de espionagem de Israel antes de se mudar para os EUA para se juntar à Meta no verão de 2022. Miki Rothschild, vice-presidente de gestão de produtos no campus de Sunnydale da Meta, passou três anos durante a segunda intifada como comandante do Esquadrão

E enquanto a Mídia nos enche de informação irrelevante: ONU diz que 36 ataques israelitas mataram apenas mulheres e crianças palestinianas em Gaza

AJ Staff – 11 de abril de 2025 O gabinete de direitos humanos da ONU diz que 36 ataques aéreos israelitas entre 18 de março e 9 de abril mataram apenas mulheres e crianças palestinianas. As Nações Unidas afirmam que as mulheres e as crianças palestinianas foram as únicas vítimas mortais de pelo menos três dúzias de ataques aéreos israelitas em Gaza desde meados de março, alertando para o facto de a ofensiva militar de Israel ameaçar a “existência continuada dos palestinianos como grupo”. Ravina Shamdasani, porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, disse na sexta-feira que o gabinete tinha documentado 224 ataques israelitas contra edifícios residenciais e tendas para pessoas deslocadas na Faixa de Gaza entre 18 de março e 9 de abril. “Em cerca de 36 ataques sobre os quais o Gabinete dos Direitos Humanos da ONU corroborou informações, as vítimas mortais registadas até agora foram apenas mulheres e crianças”, afirmou. As conclusões surgem no momento em que os ataques israelitas a Gaza já mataram mais de 1500 palestinianos desde que os militares israelitas quebraram o cessar-fogo em março, segundo dados do Ministério da Saúde palestiniano. Israel impôs também um bloqueio total ao enclave costeiro palestiniano, o que levou a ONU e os grupos de defesa dos direitos humanos a alertarem para o facto de os alimentos, a água, os medicamentos e outros bens essenciais estarem a esgotar-se rapidamente. “Passou mais de um mês sem uma gota de ajuda para Gaza. Não há alimentos. Não há combustível. Não há medicamentos. Não há fornecimentos comerciais”, disse o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, aos jornalistas em Nova Iorque no início desta semana. “À medida que a ajuda foi secando, as comportas do horror foram-se reabrindo. Gaza é um campo de morte – e os civis estão num ciclo de morte sem fim”. Pelo menos 15 palestinianos foram mortos em Gaza desde a madrugada de sexta-feira. Entre eles, 10 membros de uma única família, incluindo sete crianças, que foram mortos no bombardeamento de uma casa em Khan Younis, no sul de Gaza. Entretanto, muitas pessoas ficaram presas debaixo dos escombros em todo o território, em consequência dos ataques israelitas, informou Tareq Abu Azzoum, da Al Jazeera, a partir de Deir el-Balah, no centro de Gaza. “Ouvimos testemunhos muito horríveis de equipas de defesa civil que diziam que enquanto estavam a salvar palestinianos presos debaixo das suas casas destruídas. “Ouviam o som de bebés e de crianças a pedir ajuda e a gritar por qualquer tipo de socorro.” “Pior do que nunca“ Em declarações à Al Jazeera na sexta-feira, Shamdasani, porta-voz do gabinete dos direitos humanos da ONU, afirmou que a situação em Gaza é ”pior do que nunca”. Os palestinianos estão a ser transferidos à força para áreas cada vez mais pequenas, enquanto os ataques militares israelitas continuam, a ajuda humanitária é bloqueada e os funcionários israelitas condicionam a assistência à libertação dos prisioneiros detidos no enclave. “Como já dissemos hoje, à luz do impacto cumulativo da conduta das forças israelitas em Gaza, estamos preocupados com o facto de Israel parecer estar a infligir aos palestinianos em Gaza condições de vida que são cada vez mais incompatíveis com a sua existência continuada como grupo em Gaza”, afirmou. Israel prometeu prosseguir com a sua ofensiva militar, tendo as autoridades nos últimos dias delineado planos para conquistar novas áreas de território no sul de Gaza. O exército israelita emitiu também uma série de ordens de evacuação. A agência das Nações Unidas para os refugiados palestinianos (UNRWA) declarou que cerca de 400 000 palestinianos foram deslocados à força em Gaza desde o fim do cessar-fogo, em 18 de março. It is estimated that nearly 400,000 people have been displaced in #Gaza following the breakdown of the ceasefire. They are now also enduring by far the longest blockage of aid and commercial supplies since the start of the war. We call for a renewal of the #CeasefireNow, ⁠a… pic.twitter.com/XYmaXvq1U8 — UNRWA (@UNRWA) April 11, 2025 “Estão agora também a suportar, de longe, o mais longo bloqueio da ajuda e dos fornecimentos comerciais desde o início da guerra”, afirmou a UNRWA no post no X, apelando a um acesso humanitário sem entraves. aljazeera.com/news/2025/4/11/un-says-israel-threatening-viability-of-palestinians-in-gaza-amid-attacks

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