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14 de Janeiro, 2026 17:54

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(estudos)


1.  George H. Malkmus e Rhonda Malkmus

No dia 12 de Fevereiro de 1934, por volta das 7:24 da manhã, eu entrei neste mundo. Não me lembro do acontecimento. As minhas primeiras recordações remontam à idade dos três anos.  Eu me lembro de chorar ao ser empurrado numa cadeira de rodas pelo corredor do hospital até à sala de operações onde os médicos retiraram as minhas anginas. Outras recordações claras são as frequentes idas ao dentista e a dor terrível associada à broca para perfurar o dente e colocar a obturação. Quando cheguei à adolescência todos os dentes na minha boca tinham duas ou três obturações.
    Aos vinte e tal anos, quase trinta, comecei a usar óculos com lentes grossas e quase todos os anos aumentava a graduação à medida que os meus olhos lentamente se deterioravam. De facto, a minha saúde ia-se acabando com novos problemas físicos surgindo um após outro: sintomas como hemorroidas, sinusite aguda e alergias, pressão alta e fadiga; iam-se acrescentando às borbulhas na cara que eu já tinha desde a  juventude.  A culminação destes muitos  males físicos chegou na idade dos quarenta e dois quando o médico me disse que eu tinha um cancro do cólon.
    Esta notícia devastou-me pois ainda há pouco tempo tinha assistido à morte da minha mãe depois de uma batalha horrível contra esta mesma doença. Os médicos me disseram que foi uma fraqueza genética herdada da minha mãe que tinha causado o meu cancro. O médico tinha primeiro atribuído a minha pressão alta ao meu pai, que teve vários ataques de coração e derrames antes de finalmente morrer com um ataque fulminante de coração.
    Será que todos estes problemas físicos que eu e os meus pais aprensentamos são um fenómeno natural e incontrolável, ou haverá talvez uma explicação melhor que explique a razão porque eu e os meus pais e todos os seres humanos sofremos quebra física?
    Ao recordar as agonias que a minha mãe passou quando se entregou aos tratamentos tradicionais cirurgia, quimioterapia e radiação, eu resolvi procurar conselho noutro lugar. Então, em 1976, eu visitei um velho amigo pregador, o Irmão Lester Roloff, que me animou a trocar a minha alimentação típica americana padrão para a alimentação original que Deus deixou à humanidade em Génesis 1:29.
    Mudei a minha alimentação e realmente ao fim de um ano todos os meus males físicos (inclusive o meu tumor do tamanho de uma bola de ténis) tinham simplesmente desaparecido. Desde que fiz essa mudança há mais de vinte anos não tenho tido nenhum tipo de doença ou mal-estar físico.
    Em Janeiro de 1991, Rhonda (que agora é a minha esposa) participou de um seminário sobre saúde que eu estava guiando. Na época ela sofria de artrite reumática e estava excessivamente gorda. Ela não conseguia virar a cabeça mais do que dois ou três centímetros em qualquer direção por causa da artrite. Não podia andar um quarteirão sem tremenda dor e dificuldade. Às vezes ela chegava a tomar seis ibuprofen por hora por causa da dor. Um ano depois de ter mudado de alimentação, já tinha perdido 42 Kg, passou a usar tamanho 33 em vez de 56 em vestidos e todas as manhãs fazia 6 Km a pé em menos de uma hora sem dor. Todos os problemas de artrite desapareceram.
(Back to the Garden, revista Nº 18 – Primavera/Verão ’99)


9. Pat Blasingame, Texas, EUA

Caro Dr. Malkmus: Uma senhora chamada Janet Pauley contou que vários anos atrás teve um cancro linfático incurável. Mas com uma alimentação de produtos crus acima de tudo e de Barleygreen recuperou a saúde… era como se Deus me estivesse dizendo: “Este é o Meu caminho, é a Minha verdade”. Várias semanas depois disso, o nosso filho mais novo nos entregou um livro que lhe foi dado por um colega. O nome do livro era “O Caminho de Deus para a Saúde Máxima” (God´s Way to Ultimate Health). Convenci a minha filha [que tinha sido diagnosticada com Linfoma Imunoblástico de Células Grandes – um linfoma muito agressivo de rápido crescimento] a mudar para uma alimentação acima de tudo de produtos crus e juntamente com ela nós também mudamos de alimentação.
Nós tomávamos Barleygreen todos os dias mas ela não aguentava tomar “aquela coisa verde”. Os dois primeiros tratamentos de quimioterapia foram devastadores. A contagem dos glóbulos brancos caiu terrivelmente e certa vez ela teve que ser hospitalizada. Ela sofreu efeitos secundários que nem se falam e teve dores por todo o lado. Dentro de duas semanas notei que a minha fadiga crónica tinha desaparecido. Embora eu estivesse cuidando da casa e da família da minha filha e depois tinha que voltar e cuidar também da minha casa todos os dias, mesmo assim não estava nada cansada. Além disso a minhas dores no túnel cárpeo desapareceram, dor da artrite desapareceu, a psoríase na face foi embora, várias alergias a poeira de tapete desapareceram, e emagreci. O meu marido emagreceu, todos os sinais da artrite dele desapareceram, a sua pressão sanguínea baixou mais de vinte pontos, e todas as sinusites causadas por alergias desapareceram completamente. No mínimo ficamos espantados!
Justamente antes de começar a sua terceira quimioterapia a minha filha e cunhado mudaram de médico. O novo médico aumentou a dosagem de quimioterapia em 38%. A dose era tão forte que eles acharam que todas as vezes que tomava teria que ser hospitalizada. As previsões eram muito sombrias, menos de 40% de chances de sobreviver. Com isto em mente, comecei a suplicar e a rogar à Kathy que tomasse o Barleygreen. Até pedi a Deus que mudasse as suas papilas gustativas. Finalmente ela concordou em tentar. Ela iniciou a dosagem aumentada, e desta vez a contagem dos glóbulos brancos permaneceu elevada quase até o final do tratamento. Todas as vezes que ela entrava na clínica com a nova força que ela tinha adquirido eles nem queriam acreditar! Kathy terminou o seu último tratamento em Outubro de 1996.
Na verdade ela deveria ter feito mais um tratamento, mas achou que o seu corpo já tinha sofrido o suficiente. O médico dela concordou! Em Novembro fizeram uma biópsia à medula e juntamente com as análises, não havia sinal de cancro! Nós louvamos a Deus e damos-Lhe toda a glória por ter sido fiel em nos guiar para a cura! Agora temos os nossos filhos e netos a tomar Barleygreen e isso tem-se tornado um modo de vida enquanto que as alergias são coisas do passado.
(Back to the Garden, revista Nº 16 – Inverno/Primavera de 1998)


10.  Anónimo

[Pastor Gary Morris:] Ao escrever estas palavras penso no homem que me telefonou no dia 13 de Agosto. Ele tinha cancro na próstata impossível de ser operado. Alguém lhe deu a cassete do seminário que eu dei, e ele entrou em contacto comigo. Queria vir a minha casa e falar comigo. Ele me disse que estava descrente mas que tinha ouvido o suficiente para ficar interessado. Eu me sentei e falei sem papas na língua, e ele escutou. Além disso lhe dei também um pouco de sumo de cenoura fresco, e ele mal podia acreditar como era saboroso. Ele disse: “eu posso fazer isto”.
    No dia 13 de Agosto o seu PSA era de 24. Ele se entregou de alma e coração à Dieta Aleluia. Voltou ao médico no dia 15 de Setembro, obteve o resultado das análises e me telefonou chorando. Eu não sabia o que pensar. Ele não conseguia falar durante vários segundos, mas finalmente se recompôs. A contagem de PSA tinha descido para 3,1, e ele não se continha de alegria. A propósito, ele está decidido a se tornar um Diácono da Saúde.
(Back to the Garden, revista Nº 18 – Primavera/Verão de 1999)


18. Dixie  (Aleluia)

Tenho seguido a dieta Aleluia desde Março quando me disseram que eu tinha cancro de mama. Me sinto muito bem. O meu médico me disse que não há mais cancro nenhum no meu corpo! Louvado seja Deus!
(Back to the Garden, revista Nº 18 – Primavera/Verão de 1999)


21. Mardel Shamback, Jalisco, México

Caro Reverendo Malkmus, tenho sido Professora de Nutrição bíblica há 30 anos… Tive cancro nos pulmões com 8 tumores malignos no pulmão esquerdo quando tinha 31 anos.  Nunca fumei, mas o meu marido fumava 4 maços de cigarros e um cachimbo por dia. Sofri de tabagismo passivo. Os médicos quiseram remover o meu pulmão esquerdo e disseram se eu não deixasse eles fazerem a operação eu morreria em 6 meses.  Eu me recusei, em vez disso mudei a minha alimentação e estou mais saudável do que nunca com 73 anos de idade. Estou grata pelos seus livros muito bem explicados para ajudar as pessoas. Só Deus sabe como elas precisam… Infelizmente a minha igreja é partidária da alimentação padrão americana. Eu gostaria por isso de comprar uma cópia do seu vídeo para lhes mostrar. Comprei os seus livros preciosos para partilhá-los com amigos nos Estados Unidos…
(Back to the Garden, revista Nº 15 – Primavera/Verão de 1997


22. Angie Olson, Hastings, MN

Uma criança de três anos com leucemia está tomando sumos, tendo uma dieta orgânica e bebendo Barleygreen e Fiberblend e está se sentindo muito bem comparada com todas as outras crianças doentes que eles encontram nos dias em que têm que ir ao hospital…
(Back to the Garden, revista Nº 15 – Primavera/Verão de 1997)


26. Robert Deakin, Geórgia    (Aleluia   na  na  13 kg)

“Durante o mês de Fevereiro de 2001, comecei a ter imensos problemas em ir à casa de banho e a ir com muita frequência. A 12 de Março, fui ao meu médico de família que, depois de me examinar, percebeu que o problema que eu tinha era muito mais grave do que aquilo que ele conseguia diagnosticar. Enviou-me imediatamente para um urologista, que fez uma ecografia e descobriu que a minha bexiga estava praticamente quase cheia. Colocaram-me um cateter para aliviar a bexiga e os rins, fiz análises de sangue e fui fazer um TAC a 13 de Março. Regressei no dia seguinte para fazer uma biopsia à próstata. A 14 de Março, o urologista diagnosticou-me um cancro da próstata com um valor de PSA de 6,5. Ao mesmo tempo que me dava a conhecer o prognóstico, o médico informava-me também sobre as opções possíveis. Recomendou a remoção da próstata e da bexiga o mais rapidamente possível. Mas mesmo depois dessa operação, não era possível garantir que eu ficasse curado. Disseram-me que, provavelmente, a operação cirúrgica prolongaria a minha vida por vários anos. Deram-me uma injecção que supostamente abrandaria o crescimento do cancro, mas não havia qualquer garantia de que ficasse curado.
    “Depois de ouvir os conselhos de muitas pessoas, e de rezar muito, optei por uma via diferente da operação cirúrgica. Tinha lido sobre a Dieta Aleluia no livro de George Malkmus “God’s Way to Ultimate Health” havia mais de 2 anos. Há muita sabedoria nesse livro sobre aquilo que devemos comer e sobre a forma como a nossa alimentação se relaciona com o organismo que Deus criou para nós. Mas na altura ignorei e não pensei que fosse para mim. Ao ler o livro pela segunda vez, percebi e compreendi que Deus criou o nosso organismo para se curar se o tratarmos como o templo do Espírito Santo, tal como a Palavra de Deus nos diz que devemos fazer.
    “Comecei a Dieta Aleluia em Abril de 2001. Nessa altura muitas pessoas rezavam por mim e, muito embora algumas me criticassem, eu estava em completa paz de espírito sobre o que estava a fazer e sabia que caminhava com Jesus. Antes de iniciar a Dieta Aleluia, eu não me sentia bem há anos! Mas desde que sigo a Dieta Aleluia, perdi 11 quilos e há anos que não tinha tão bom aspecto e que não me sentia tão bem.
    “Voltei ao urologista a 5 de Junho, para uma consulta de acompanhamento. Partilhei com ele aquilo que estava a fazer e ele examinou-me e fez-me uma ecografia. O exame revelou que o meu rim esquerdo tinha voltado ao tamanho normal e que a minha próstata, embora ainda inflamada, tinha diminuído, o que significava que o cancro tinha regredido. A 12 de Junho, fiz análises de sangue e outro TAC. A 13 de Junho, o médico informou-me que o meu valor de PSA, que fora 6,5 em Abril, tinha descido para 1,0. Informou-me, também, que os gânglios linfáticos já não estavam inchados e confirmou que o rim esquerdo tinha voltado ao normal.
    “Dou a Deus toda a glória por este relatório positivo. Vou a outra consulta de acompanhamento em Setembro. A propósito, a 16 de Julho, fui ao meu médico de família, que me pesou e me mediu a tensão. O meu peso tinha descido de 85 quilos, a 12 de Abril, para 72 quilos, enquanto a minha tensão arterial tinha descido de 140/90 para 108/70. No consultório do médico estavam todos espantados. Além disso, o meu cabelo está a crescer num ponto careca existente na minha nuca e também nos pontos onde o meu cabelo estava a recuar na testa.”
(Hallelujah Health Tip, edição n.º 196, 23.08.01)


32. Valarie Spratlin, Geórgia

Esta primeira vem de Valarie Spratlin, que vive na Geórgia: “Quero ser uma ministra de saúde Back to the Garden porque a Dieta Aleluia salvou a minha vida! Tinha-me sido diagnosticado um cancro do colo do útero que alastrara ao meu sistema linfático. Já tinha feito uma histerectomia antes de saber da Dieta Aleluia. O meu tratamento médico iria ser radiação e quimioterapia ‘agressivas’. Depois de ouvir o meu diagnóstico de cancro, uma pessoa amiga trouxe-me o livro ‘God’s Way to Ultimate Health’ e apresentou-me o seu programa. Cancelei imediatamente o meu plano de ‘tratamento’ e iniciei o ‘Plano de Deus!’ Há um ano e meio que sigo o programa da Dieta Aleluia e a minha saúde hoje em dia encontra-se num nível que jamais pensaria ser possível! Agradeço a Deus por si e pelo seu ministério! Deus conduziu-me a uma forma ‘melhor’ para que eu possa ajudar a conduzir outras pessoas! Planeio fazer deste ministério de saúde o trabalho da minha vida.”



Legenda
método:   aleluia = Dieta Aleluia (http://www.hacres.com/)
tempo que durou: sem = semanas
na = dados não disponíveis

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