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11 de Abril, 2026 09:37

Aumento Brutal no Gás: ERSE Propõe +6,3% Enquanto Bruxelas Ordena “Poupança Voluntária”


Numa proposta anunciada a 31 de março de 2026, a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) decidiu aumentar em média 6,3% as tarifas de gás natural para o ano gás 2026-2027, que entra em vigor a 1 de outubro. A proposta segue agora para o Conselho Tarifário antes da aprovação final.

Isto não é um “ajuste técnico”. É a consequência previsível e brutal de anos de submissão à ideologia verde imposta por Bruxelas. Fecharam centrais a carvão, desmantelaram projetos de energia nuclear, apostaram tudo em renováveis intermitentes que não cumprem quando o vento não sopra e o sol não brilha. Resultado? Uma Europa cada vez mais dependente do gás importado, refém de conflitos no Médio Oriente como a guerra no Irão, e agora a transferir o custo dessa loucura diretamente para a carteira das famílias portuguesas.

Enquanto o comissário Dan Jorgensen enviava uma carta a pedir “redução voluntária” do consumo e a preparar a Europa para “perturbações prolongadas”, o regulador nacional aprova mais um aumento. Ou seja: mandam-nos poupar, desligar o aquecimento e trabalhar a partir de casa, mas ao mesmo tempo fazem o preço do gás subir. É o racionamento disfarçado de “transição energética”.

Para as famílias portuguesas, aquelas que acordam cedo, pagam os empréstimos ao banco, enchem o depósito do automóvel (ou carregam-no na corrente a noite toda) para levar os filhos à escola e aquecem a casa no inverno, este aumento é mais um murro no estômago. Os transportadores, os agricultores e as pequenas empresas que dependem do gás vão sentir o golpe em cadeia: custos mais altos que acabam por se refletir nos preços dos supermercados e no custo de vida.

A Europa e as entidades reguladoras preferem deixar Portugal refém de regimes instáveis e de painéis solares chineses a investir em energia soberana, barata e abundante. Destroem a nossa independência energética e, quando a conta chega, quem paga são os portugueses de sempre: os que trabalham, os que criam famílias e os que não vivem de subsídios de Bruxelas.


Fontes (todas de 31 de março de 2026):

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